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Vacina não foi causa provável de morte de adolescente, e sim doença autoimune, diz governo de SP

·2 minuto de leitura

SÃO PAULO — A Secretaria de Estado de Saúde concluiu nesta sexta-feira que a vacina da Pfizer não é a causa provável da morte de uma adolescente de 16 anos, e sim uma doença autoimune denominada Púrpura Trombótica Trombocitopênica (PPT).

A menina faleceu sete dias depois de receber o imunizante contra a Covid-19 em São Bernardo do Campo (SP). Na esteira do caso, o Ministério da Saúde emitiu uma nota técnica na última quinta-feira recomendando que não haja vacinação em adolescentes sem comorbidades. A decisão não passou pelas equipes de especialistas do Programa Nacional de Imunização e da Câmara Técnica, como revelou a colunista do GLOBO Malu Gaspar.

A recomendação contra a vacinação dos adolescentes ainda foi reforçada pelo próprio ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que chegou a dizer que as mães não deveriam levar "suas crianças" para vacinar "sem autorização da Anvisa". A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no entanto, manteve a orientação para imunizar jovens de 12 a 17 anos com a Pfizer.

Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde disse que o óbito da moradora de São Bernardo do Campo foi divulgado na quinta-feira “de forma intempestiva” pelo Ministério da Saúde em coletiva de imprensa. A análise feita por 70 profissionais, entre especialistas em hematologia, cardiologia e infectologia, será submetida à Anvisa.

“A PTT é uma doença autoimune, rara e grave, normalmente sem uma causa conhecida capaz de desencadeá-la, e não há como atribuir relação causal entre PTT e a vacina contra COVID-19 de RNA mensageiro, como é o caso da Pfizer”, diz a nota.

O órgão ainda acrescentou que pessoas com histórico de doenças autoimunes, ou seja, causadas por autoanticorpos, podem receber as vacinas contra Covid-19 disponíveis no país, e devem consultar o médico em caso de dúvida.

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