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Vacina italiana contra a COVID mostra ser segura e eficaz em testes da fase 1

Natalie Rosa
·2 minuto de leitura

Mais uma vacina apresentou resultados positivos na fase inicial de testes: a Grad-CoV-2. As doses estão sendo desenvolvidas na Itália em uma parceria da empresa de tecnologia Reithera com o Instituto Nacional Lazzaro Spallanzzani, conhecido por ser referência em doenças infecciosas no país.

Giuseppe Ippolito, diretor científico do instituto, revelou nesta terça-feira (5) que a primeira etapa de testes contou com a participação de 100 voluntários saudáveis, com 45 deles recebendo doses diferentes. O resultado mostrou não haver qualquer efeito colateral grave nos primeiros 28 dias após a aplicação, ao contrário do que aconteceu com as vacinas da Pfizer e Moderna. "O pico de produção de anticorpos ocorreu em quatro semanas e permaneceu constante", disse o diretor, afirmando ainda que a vacina é de apenas uma dose.

<em>Imagem: Reprodução/cuz.gallery/Rawpixel</em>
Imagem: Reprodução/cuz.gallery/Rawpixel

Ainda de acordo com Ippolito, a vacina demonstrou ser segura nos testes iniciais por induzir a resposta imunológica de pacientes adultos em taxas parecidas com as das vacinas de duas doses. Cerca de 92,5% dos pacientes vacinados apresentaram níveis relevantes de anticorpos no organismo.

A fase 3 da pesquisa está acontecendo e os resultados devem ser divulgados entre os meses de junho e setembro. A meta da companhia é que haja a produção de aproximadamente 100 milhões de doses ao ano e que a fabricação seja feita de forma independente. A vacina Grad-CoV-2 é desenvolvida com um adenovírus de chimpanzé para apresentar ao corpo humano a proteína espinhosa usada pelo coronavírus para invadir as células, método mais barato que os imunizantes que usam a tecnologia de RNA mensageiro.

Na Itália, até o momento, a vacina que vem sendo aplicada nos grupos prioritários é a da Pfizer/BioNTech, a BNT 162b, já aprovada pela União Europeia. Cerca de 180 mil pessoas já foram vacinadas no país.

Fonte: Canaltech

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