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Vacina em crianças: Moderna e Pfizer expandem estudo para detectar efeitos raros

·2 minuto de leitura

Já faz um tempo desde que a Moderna e a Pfizer deram início a estudos envolvendo vacinas contra a COVID-19 em crianças. No entanto, a Food and Drug Administration (FDA) orientou que as empresas deveriam aumentar o número de participantes desses estudos, como uma medida de precaução para detectar efeitos colaterais raros.

As empresas tinham em mente estudos com a participação de cerca de 1.500 crianças de 5 a 11 anos, mas a FDA apontou que o tamanho e o escopo de seus estudos pediátricos eram inadequados para detectar os efeitos colaterais raros. Sendo assim, o estudo vai passar a contemplar 3 mil participantes de 5 a 11.

Um porta-voz da Moderna confirmou ao The New York Times que a empresa pretende expandir seus testes "para inscrever um banco de dados de segurança maior que aumenta a probabilidade de detecção de eventos mais raros".

(Imagem: Freepik)
(Imagem: Freepik)

O ensaio clínico da Moderna começou a recrutar pacientes em março com o objetivo geral de inscrever 6.795 participantes com idades entre seis meses e 12 anos. A Pfizer está em um cronograma mais rápido do que a Moderna e pode ser capaz de atender às expectativas da FDA em um teste maior e ainda registrar um pedido para expandir a autorização de emergência de sua vacina até o final de setembro.

A Pfizer disse anteriormente que espera ter resultados para o grupo de 5 a 11 anos em setembro, com resultados para crianças de dois a cinco anos logo depois. Já os resultados para as crianças de seis meses a dois anos são esperados para outubro ou novembro.

Nos EUA, a FDA chegou a autorizar uso emergencial da vacina da Pfizer para crianças de 12 a 15 anos em abril; até agora, a vacina Moderna foi liberada apenas para pessoas com 18 anos ou mais.

Fonte: Canaltech

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