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Vacina desenvolvida em Oxford induz à criação de anticorpos contra coronavírus, mostra estudo

Anita Efraim
·2 minuto de leitura
Cropped hand wearing a nitrile glove holding a Covid-19 vaccine vial and a syringe
Vacina da Universidade de Oxford é a mesma com a qual o governo brasileiro fez parceria (Foto: Getty Creative)

A vacina contra o novo coronavírus que está sendo desenvolvida na Universidade de Oxford, tem a capacidade de induzir a criação de anticorpo contra a doença. É o que mostram resultados preliminares, divulgados na revista científica The Lancet nesta segunda-feira, 20.

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Os dados dizem respeito às fases 1 e 2 do desenvolvimento da vacina.

De acordo com os resultados de um teste feito com um sub-grupo de 10 pessoas, os efeitos poderiam ser ainda mais positivos depois de uma segunda dose da vacina.

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O grupo de controle foi vacinado contra a malária.

A pesquisa foi feita com 1077 adultos saudáveis. A pesquisa mostra que a vacina pode causar efeitos colaterais, mas estes podem ser reduzidos com uso de paracetamol. Entre os sintomas mais sentidos estão fadiga, sentida por 70% dos participantes, e dor de cabeça, relatada por 68%. Segundo o estudo publicado na The Lancet, não houve efeitos adversos significativos.

Os anticorpos atingiram o pico após 28 dias após a aplicação da vacina e se mantiveram no mesmo patamar até o dia 56.

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Os autores do estudo afirmam que continuaram as pesquisas com a vacina e, inclusive, ela será aplicada em idosos.

Ainda é preciso fazer mais estudos para comprovar a eficácia da vacina.

A vacina que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford é a mesma com a qual o governo federal brasileiro fez uma parceria. A terceira fase de testes está sendo desenvolvida no Brasil.

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