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Vacina da Moderna recebe "update" e torna-se eficaz contra Ômicron

A farmacêutica norte-americana Moderna divulgou, nesta quarta-feira (8), que a versão adaptada de sua vacina de mRNA (RNA mensageiro) contra a covid-19 obteve resultados promissores em testes com humanos. A fórmula foi atualizada e, agora, também imuniza contra a variante Ômicron (BA.1), além do vírus original — identificado pela primeira vez em Wuhan, na China.

Vale lembrar que, em 2021, a Moderna anunciou que atualizaria as vacinas disponíveis para encarar a evolução contínua do coronavírus SARS-CoV-2. Anteriormente, a empresa chegou a divulgar dados sobre uma fórmula adaptada contra a variante Beta (B.1.351). Apesar dos bons resultados, o imunizante repaginado nunca foi lançado comercialmente.

Vacina atualizada da Moderna contra a variante Ômicron é eficaz, aponta estudo (Imagem: FabrikaPhoto/Envato)
Vacina atualizada da Moderna contra a variante Ômicron é eficaz, aponta estudo (Imagem: FabrikaPhoto/Envato)

Em comum com a versão contra a Ômicron, está o fato dos imunizantes serem bivalentes. Em outras palavras, imunizam contra duas cepas virais simultaneamente, ou seja, o vírus original e uma Variante de Preocupação (VOC, em inglês). Esta é uma técnica já conhecida, por exemplo, na produção de vacinas contra a gripe. Neste caso, as fórmulas são tetravalentes e imunizam contra quatro cepas diferentes da influenza.

O que sabemos da versão atualizada da Moderna?

No estudo da Moderna, a equipe de cientistas comparou os efeitos de uma dose de reforço da vacina atualizada com a da original. De acordo com os dados preliminares, entre aqueles voluntários sem evidência de infecção anterior por coronavírus, a nova fórmula estimulou uma maior produção de anticorpos neutralizantes contra a Ômicron.

A taxa medida de anticorpos foi 1,75 vezes maior com a nova versão do imunizante, após um mês da aplicação. Além disso, a farmacêutica explica que "a dose de reforço de mRNA-1273.214 [no oficial da fórmula contra a Ômicron] foi geralmente bem tolerada, com efeitos colaterais comparáveis ​​com os de uma dose de reforço de mRNA-1273".

Estes resultados foram obtidos em um estudo que envolveu 814 voluntários. Para a seleção, foram recrutados indivíduos que já tinham recebido outras três doses da vacina original contra a covid-19.

Novas vacinas devem ser aplicadas nos EUA

"Estamos enviando nossos dados preliminares e análises aos reguladores com a esperança de que o reforço bivalente contra a Ômicron esteja disponível no final do verão [em setembro]", afirmou Stéphane Bancel, CEO da Moderna, em comunicado. Segundo as expectativas da empresa, é possível que esta versão atualizada seja produzida em larga escala e aplicada em massa.

Para planejar a próxima campanha de vacinação contra a covid-19 nos EUA, membros da agência Food and Drug Administration (FDA) e pesquisadores independentes devem se reunir no dia 28 de junho. O encontro irá definir qual será a melhor formulação para proteger a população contra a covid-19 nas estações mais frias do ano, o outono e o inverno. No momento, especialistas em saúde pública preveem que os EUA podem enfrentar novos surtos no período.

Apesar do planejamento, ainda é necessário entender o quão bem as novas fórmulas, como a da Moderna, funcionam contra as subvariantes da Ômicron, como a BA.2 e BA.2.12.1. Afinal, essas já são as cepas predominantes no Hemisfério Norte e possuem algumas mutações diferentes da versão original. Até o momento, a Moderna não divulgou nenhum dado específico sobre a proteção contra elas.

Fonte: Canaltech

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