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Vacina contra o HIV é eficaz em testes com macacos

Desde os anos 1980, cientistas sonham com uma vacina eficaz e segura contra o vírus da Aids. Em mais de 40 anos de pesquisa, muitas fórmulas foram testadas, mas, até o momento, o Santo Graal da medicina ainda não foi descoberto. Agora, pesquisadores norte-americanos anunciam ter descoberto um caminho promissor na prevenção do HIV, após testes com o imunizante em macacos da espécie Macaca mulatta.

Publicado na revista Science Translational Medicine, o estudo para a potencial vacina contra o HIV foi comandado por pesquisadores do Duke Human Vaccine Institute(Dhvi), nos Estados Unidos. Por enquanto, a fórmula experimental deve carregar alvos para anticorpos específicos contra o agente infeccioso e um adjuvante — uma substância que aumenta as respostas imunes contra o vírus.

Potencial vacina contra o HIV demonstra ser eficaz contra o HIV em macacos (Imagem: FabrikaPhoto/Envato)
Potencial vacina contra o HIV demonstra ser eficaz contra o HIV em macacos (Imagem: FabrikaPhoto/Envato)

Como funciona a potencial vacina do HIV testada em macacos?

Na primeira etapa da pesquisa para a vacina contra o HIV, os pesquisadores recolheram amostras de sangue de pacientes que convivem com o vírus de forma controlada e analisaram quais tipos de anticorpos estavam presentes nos indivíduos.

Em laboratório, a equipe de cientistas avaliou quais anticorpos eram mais promissores em se conectar com o vírus e quais tinham afinidades com mais cepas diferentes do vírus da Aids. Juntando todas essas informações, eles construíram um imunógeno que, em estudos pré-clínicos, estimulou a produção de anticorpos contra a doença, de forma eficaz.

Além do imunógeno, os cientistas testaram potenciais adjuvantes e descobriram que o melhor ingrediente adjuvante era o receptor TLR7/8, já adotado por outros tipos de vacinas. Apesar dos resultados preliminares, mais estudos ainda são necessários com os animais para que a pesquisa avence com testes em humanos.

Futuro da pesquisa contra o vírus da Aids

“Este é um progresso significativo em direção a uma vacina viável contra o HIV”, explica Barton Haynes, diretor do Dhvi e autor sênior do estudo, em comunicado. “Embora saibamos que este será um processo de muitas etapas, cada etapa é um avanço em direção ao nosso objetivo”, acrescenta.

Em paralelo a esta pesquisa, outros grupos de cientistas também buscam formas de prevenir novas infecções pelo vírus da Aids. Este é o caso da farmacêutica Moderna que realiza testes de Fase 1 com duas fórmulas diferentes para a prevenção do HIV, nos EUA. O imunizante foi desenhado com a tecnologia do mRNA (RNA mensageiro), que é a mesma adotada pelo imunizante da empresa contra a covid-19.

Fonte: Canaltech

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