Mercado abrirá em 9 h 12 min
  • BOVESPA

    113.282,67
    -781,33 (-0,68%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.105,71
    -358,59 (-0,70%)
     
  • PETROLEO CRU

    74,93
    +0,95 (+1,28%)
     
  • OURO

    1.759,40
    +7,70 (+0,44%)
     
  • BTC-USD

    44.052,57
    +1.751,84 (+4,14%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.098,21
    -4,85 (-0,44%)
     
  • S&P500

    4.455,48
    +6,50 (+0,15%)
     
  • DOW JONES

    34.798,00
    +33,20 (+0,10%)
     
  • FTSE

    7.051,48
    -26,87 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    24.353,43
    +161,27 (+0,67%)
     
  • NIKKEI

    30.358,62
    +109,81 (+0,36%)
     
  • NASDAQ

    15.376,25
    +57,50 (+0,38%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2576
    +0,0020 (+0,03%)
     

Vacina contra COVID gera anticorpos em 90% dos imunossuprimidos, aponta estudo

·2 minuto de leitura

Um novo estudo, publicado no periódico Annals of Internal Medicine, demonstra que as vacinas contra COVID-19 têm boa capacidade de produção de anticorpos, mesmo em pacientes que fazem uso de medicação imunossupressora. Segundo a pesquisa, cerca de 90% dos vacinados produzem resposta contra o coronavírus SARS-CoV-2.

No entanto, o estudo também tem uma informação negativa: essa resposta pode ser consideravelmente mais fraca. A quantidade de anticorpos produzida é por volta de apenas um terço entre os imunossuprimidos em comparação com pacientes saudáveis.

O estudo envolveu 186 participantes, sendo 53 que não faziam uso de remédios imunossupressores e 133 que utilizavam os medicamentos para controlar condições como doença inflamatória intestinal, artrite reumatoide, espondiloartrite e esclerose múltipla.

Resposta imune, apesar de detectável, tende a ser mais frágil entre imunossuprimidos (Imagem: Hakan Nural/Unsplash)
Resposta imune, apesar de detectável, tende a ser mais frágil entre imunossuprimidos (Imagem: Hakan Nural/Unsplash)

Todos eles foram vacinados com imunizantes de RNA mensageiro, mais especificamente os produzidos pela Pfizer e pela Moderna, e cederam amostras de sangue duas semanas antes da primeira dose e até três semanas após a segunda.

O estudo demonstrou que duas classes específicas de remédios impactaram de forma mais aguda a imunogenicidade da vacina. Apenas 65% dos usuários de glicocorticoides e 60% de quem fazia terapias de depleção de células B desenvolveram níveis detectáveis de anticorpos.

Usuários de antimetabólitos, no entanto, não tiveram resposta diminuída em comparação com os participantes saudáveis. Entre as drogas dessa categoria estão o metatrexato (usado no tratamento de câncer) e inibidores de TNF (fator de necrose tumoral), usado como mediador de processo inflamatório no tratamento de doenças autoimunes, e de JAK (Janus Associated Kinases), usado contra artrite reumatoide.

Uma questão que ainda segue sem respostas é a quantidade de anticorpos necessária para uma pessoa realmente estar imunizada contra a COVID-19. Essa relação ainda não está clara para a ciência, o que dificulta a tradução de índices de imunogenicidade em estimativas de eficácia de uma vacina. Essa incerteza é um dos motivos pelos quais pacientes imunossuprimidos têm sido priorizados em campanhas de aplicação da terceira dose da vacina pelo mundo, incluindo o Brasil.

O estudo completo pode ser conferido neste link.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos