Mercado fechará em 4 h 13 min
  • BOVESPA

    113.334,40
    +51,73 (+0,05%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.496,78
    +391,07 (+0,77%)
     
  • PETROLEO CRU

    75,49
    +1,51 (+2,04%)
     
  • OURO

    1.751,50
    -0,20 (-0,01%)
     
  • BTC-USD

    43.143,09
    -244,29 (-0,56%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.073,40
    -28,12 (-2,55%)
     
  • S&P500

    4.440,66
    -14,82 (-0,33%)
     
  • DOW JONES

    34.902,85
    +104,85 (+0,30%)
     
  • FTSE

    7.064,44
    +12,96 (+0,18%)
     
  • HANG SENG

    24.208,78
    +16,62 (+0,07%)
     
  • NIKKEI

    30.240,06
    -8,75 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    15.163,50
    -155,25 (-1,01%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2680
    +0,0124 (+0,20%)
     

Vacina contra a Covid-19 será obrigatória na aérea Gol a partir de novembro

·3 minuto de leitura
*ARQUIVO* SÃO PAULO,SP , BRASIL- 2013: Movimento de aviões da TAM Gol  no aeroporto de Congonhas . ( Foto: Joel Silva/ Folhapress )
*ARQUIVO* SÃO PAULO,SP , BRASIL- 2013: Movimento de aviões da TAM Gol no aeroporto de Congonhas . ( Foto: Joel Silva/ Folhapress )

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A companhia aérea Gol anunciou nesta quinta-feira (26) que adotará a vacinação contra a Covid-19 como um requisito para os funcionários. A regra valerá a partir de novembro e, segundo comunicado divulgado pela empresa, exceções serão analisadas individualmente.

A Gol diz ter, atualmente, mais de 80% de seus funcionários vacinados com pelo menos uma dose de vacina. Nos próximos dois meses, a empresa diz que irá intensificar sua campanha interna de conscientização e estímulo à imunização, para que aqueles que ainda não tomaram a vacina o façam.

A exigência valerá para todos os 15 mil funcionários da companhia -pilotos, copilotos, comissários, equipes em solo, administrativo e apoio. O SNA (Sindicato Nacional dos Aeronautas) tem organizado postos de vacinação. Nesta semana, por exemplo, pilotos e copilotos ligados a quaisquer companhias poderão tomar a segunda dose no escritório da entidade no Rio de Janeiro.

Empresas em todo o mundo vêm colocando a vacinação contra a Covid-19 como uma condição para empregados -em alguns casos, a exigência vale para o retorno ao trabalho presencial, como no caso do Google, em outros vira risco de demissão.

No Brasil, porém, a maioria das companhias ainda vinha se posicionando apenas no estímulo à imunização, incluindo incentivos como um dia de folga àqueles que se vacinaram. Mesmo quem já retomou o trabalho presencial ainda não colocava a questão como obrigatória.

A Gol afirma, em nota, que "ansiou, com alta expectativa" pelo momento em que as vacinas estivessem disponíveis para todos os brasileiros.

"Uma vez ofertadas, elas são comprovadamente a forma mais eficaz de proteção à vida e de controle da pandemia. O decréscimo significativo no número de casos, especialmente nas formas mais graves de manifestação da doença, está diretamente relacionado ao avanço da vacinação", diz a empresa, em nota.

Funcionários do setor aéreo começaram a ser vacinados em junho deste ano devido ao enquadramento nos grupos prioritários previstos pelo PNI (Programa Nacional de Imunização).

"A consciência e o entendimento sobre a importância da vacinação são fundamentais para o restabelecimento do bem-estar coletivo", afirma, em comunicado, o presidente da Gol, Paulo Kakinoff.

A Gol diz ter sido a primeira companhia aérea a adotar, em abril de 2020, no início da pandemia, o uso obrigatório de máscaras de proteção a bordo de suas aeronaves.

Na quarta (25), a companhia norte-americana Delta Airlines anunciou que, a partir de 1º de novembro, funcionários que utilizem o plano de saúde e não se vacinaram terão uma sobretaxa de US$ 200 mensais (cerca de R$ 1.048). O comunicado assinado pelo presidente da empresa, Ed Bastian, diz que a cobrança será necessária para cobrir o risco criado pela decisão do funcionário não se vacinar.

A Delta diz ainda que, nas últimas semanas, todos os seus funcionários que foram hospitalizados por Covid-19 não estavam totalmente vacinados. No comunicado, a empresa afirma ter chegado a 75% de seu pessoal já imunizado.

No Brasil, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, ainda em 2020, que os cidadãos não podem ser forçados a receber qualquer tipo de vacina, mas que o Estado pode prever sanções àqueles que não comprovarem imunização.

Em São Paulo, a Justiça decidiu que uma empresa prestadora de serviços tinha o direito de demitir por justa causa uma funcionária que recusou a vacina.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos