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Vacina brasileira: testes da Farmacore contra COVID-19 estão para começar

Nathan Vieira
·2 minuto de leitura

Há algumas semanas, o Brasil deu início ao plano de vacinação, imunizando os integrantes dos grupos prioritários, por meio de vacinas como a CoronaVac e a Covishield, desenvolvidas no país em parceria com biofarmacêuticas internacionais. No entanto, uma vacina genuinamente brasileira está a caminho, pela Farmacore Biotecnologia, em parceria com a americana PDS Biotechnology e a Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto.

Por enquanto, o imunizante ainda em fase pré-clínica, com testes em animais. No entanto, todos os dados pré-clínicos já foram submetidos para a Anvisa. Assim que aprovados, a previsão é que ainda neste semestre comecem os testes em humanos.

Durante entrevista à CNN, a CEO da Farmacore Biotecnologia, Helena Faccioli, revelou que a maior aposta desse imunizante é a proteção a longo prazo. Ela também chegou a contar que a empresa já negocia com os centros clínicos e tem uma seleção de quem vai executar o ensaio clínico, o que leva a depender apenas da interação com a Anvisa para começar. No entanto, o início ainda neste semestre parece ser uma certeza.

Helena Faccioli apontou, ainda, que os resultados finais de alguns testes em camundongos serão finalizados no mês de março, e que a Farmacore vem realizando algumas reuniões de acompanhamento com a própria equipe técnica da Anvisa.

Vacina da Farmacore

Testes de vacina brasileira da Farmacore contra a COVID-19 começam no 1º semestre de 2021, garante a própria CEO (Imagem: Alena Shekhovtcova/Pexels)
Testes de vacina brasileira da Farmacore contra a COVID-19 começam no 1º semestre de 2021, garante a própria CEO (Imagem: Alena Shekhovtcova/Pexels)

A vacina brasileira da Farmacore é baseada no uso de uma proteína recombinante derivada do coronavírus, algo que simplesmente a difere dos outros imunizantes que já se encontram em uso no Brasil atualmente (como dito antes, Covishield, da AstraZeneca/Oxford e CoronaVac, da Sinovac).

Conforme explicou a CEO durante a entrevista, o imunizante em questão se forma por uma partícula nano lipídica e uma proteína recombinante que é a S1. A S1 é derivada do coronavírus. Uma proteína segura, de fácil manuseio e de fácil produção. Não contém pedaço de vírus ou vírus atenuado ou RNA ou DNA. Então, é simplesmente uma proteína recombinante com uma partícula nano lipídica. A ideia, desde o princípio, era produzir um imunizante que o Brasil fosse autosuficiente tecnologicamente, sob a premissa de evitar problemas no abastecimento de insumos.

Fonte: Canaltech

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