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Vacinação com 1ª dose desacelera nos EUA e campanha muda foco

Drew Armstrong e Fiona Rutherford
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O número de pessoas imunizadas com a primeira dose da vacina contra a Covid-19 tem diminuído em pelo menos 47 dos 50 estados dos EUA. Muitos estados mostram avanços significativos nas campanhas de vacinação, mas outros ainda estão atrasados.

Em alguns lugares, a queda é a marca de uma campanha bem-sucedida: 10 estados iniciaram a vacinação de mais da metade de seus residentes. Mas em áreas que enfrentaram dificuldades, o declínio já dura semanas. Em alguns desses estados, o número de novos vacinados caiu muito.

“A taxa de vacinação diminuiu em todo o país”, disse a porta-voz dos Serviços de Saúde do Estado do Texas, Lara M. Anton. Até 27 de abril, as primeiras doses no estado haviam caído 54% em relação ao pico de 11 de abril, segundo dados compilados pelo rastreador de vacinas da Bloomberg. “Todo mundo que queria ser vacinado recebeu sua dose.”

Também há indicações de que a pausa no uso da vacina da Johnson & Johnson por razões de segurança teve algum efeito. Em alguns estados onde as vacinações estavam aumentando, o anúncio em 13 de abril coincidiu com a queda de novas doses aplicadas. Embora autoridades de saúde do estado reconheçam que provavelmente houve certa desaceleração por causa da J&J, destacam que é difícil separar as preocupações sobre a vacina de dose única da queda esperada de novas doses aplicadas devido ao menor ritmo da imunização em massa.

A confluência de tendências deixa a campanha dos EUA em uma encruzilhada. O número de pessoas imunizadas corresponde a mais da metade da população adulta. Os casos de Covid estão diminuindo, provavelmente devido à combinação das vacinas com a imunidade existente de infecções anteriores. O clima mais quente permite que as pessoas se socializem ao ar livre, onde os riscos são menores. Mas levará semanas ou meses para saber se os ganhos são reais e permanentes, ou se o esforço de imunização será insuficiente para evitar novos focos ou casos generalizados.

Autoridades de saúde estaduais e a Casa Branca dizem que a campanha de vacinação entrou em uma fase diferente, visando pessoas que não puderam se inscrever, não fizeram disso uma prioridade ou que ainda mostram receio em relação às vacinas.

“Agora estamos cada vez mais focados em outros que levarão tempo para alcançar”, disse na semana passada Jeff Zients, coordenador da resposta ao coronavírus da Casa Branca,. “Vacinar o maior número de americanos o mais rápida e equitativamente possível é o nosso caminho de volta.”

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