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Vídeo incrível mostra uma erupção solar "de perto"

Uma erupção solar e uma ejeção de massa coronal (CME) ocorreram durante a manhã desta segunda-feira (13). Considerada de intensidade média, a erupção de partículas altamente carregadas do nosso astro foi flagrada pelos observatórios Solar Dynamics Observatory (SDO), da NASA, e Solar and Heliospheric Observatory (SOHO), da agência espacial norte-americana em parceria com a Agência Espacial Europeia (ESA).

A erupção liberou radiação para o espaço durante três horas, aproximadamente, e ela não veio sozinha: além da explosão, houve também uma ejeção de massa coronal, composta por uma grande nuvem de plasma altamente aquecido. Tanto o SOHO quanto o SDO conseguiram observações complementares dos fenômenos, acompanhando-os de suas respectivas posições no espaço.

Confira:

No vídeo, você acompanhou imagens obtidas pelo SOHO, observatório que orbita o Sol no Ponto de Lagrange 1, uma região de estabilidade gravitacional a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra. Já o SDO tem órbita geossíncrona inclinada, que permite que esta missão observe nosso astro continuamente.

Esta foi uma erupção classificada como M3,4, ou seja, de intensidade média — mas, apesar de não ter sido tão intensa quanto outras que já aconteceram, a erupção foi forte o suficiente para causar alguns breves blecautes de ondas de rádio na região da Ásia-Pacífico.

As erupções solares

Como o nome indica, as erupções solares ocorrem quando a energia nos campos magnéticos solares, normalmente sobre manchas solares, é liberada subitamente. Consideradas alguns dos maiores eventos explosivos do Sistema Solar, as erupções solares podem gerar em poucos minutos temperaturas altíssimas e liberar radiação em todo o espectro eletromagnético.

(Imagem: Reprodução/NASA/GSFC/SOHO/ESA)
(Imagem: Reprodução/NASA/GSFC/SOHO/ESA)

As erupções são classificadas de acordo com o brilho que têm em comprimentos de onda de raios X: as maiores e mais intensas são as de classe X, capazes de causar panes de rádio em todo o mundo. Já as de classe M são médias, e afetam temporariamente os sistemas de rádio. Por fim, as de classe C são eventos pequenos, sem grandes consequências na Terra.

Enquanto isso, as CMEs são grandes bolhas de gás emaranhadas às linhas do campo magnético solar, ejetadas do nosso astro ao longo de algumas horas. Elas podem ocorrer acompanhadas de erupções (como foi o caso do evento de hoje), mas já se sabe que a maioria das CMEs não é associada às erupções.

É importante acompanhar estes eventos, já que fortes ejeções de massa coronal podem causar tempestades geomagnéticas poderosas. Felizmente, não parece que a Terra esteja no caminho do plasma liberado pela CME mais recente.

Fonte: Canaltech

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