Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.348,80
    -3.132,20 (-2,54%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.892,28
    -178,62 (-0,39%)
     
  • PETROLEO CRU

    52,01
    -0,35 (-0,67%)
     
  • OURO

    1.819,60
    -10,30 (-0,56%)
     
  • BTC-USD

    35.791,44
    -142,72 (-0,40%)
     
  • CMC Crypto 200

    698,10
    -37,04 (-5,04%)
     
  • S&P500

    3.768,25
    -27,29 (-0,72%)
     
  • DOW JONES

    30.814,26
    -177,24 (-0,57%)
     
  • FTSE

    6.735,71
    -66,25 (-0,97%)
     
  • HANG SENG

    28.573,86
    0,00 (0,00%)
     
  • NIKKEI

    28.334,87
    -184,31 (-0,65%)
     
  • NASDAQ

    12.766,00
    -36,25 (-0,28%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3839
    -0,0087 (-0,14%)
     

Vídeo da NASA mostra como será o pouso do rover Perseverance em Marte

Patrícia Gnipper
·1 minuto de leitura

Lançado em julho deste ano, o rover Perseverance segue viagem rumo ao Planeta Vermelho como parte da missão Mars 2020, da NASA. A chegada está prevista para o dia 18 de fevereiro e, para saciar a curiosidade dos entusiastas da exploração espacial, a agência divulgou uma animação em vídeo mostrando como o pouso vai acontecer.

O vídeo mostra o que acontece nos chamados "sete minutos de terror", tempo que a nave leva para sair da órbita de Marte e chegar ao solo. Esse processo delicado acontece de forma autônoma, pois é impossível controlar remotamente a descida em tempo real, dada a distância entre os dois planetas — qualquer sinal enviado da Terra a Marte leva entre 3 e 22 minutos para chegar lá, mesmo tempo que qualquer resposta vinda do Planeta Vermelho precisa para chegar até nós. Ou seja: quando a NASA receber o sinal de que o rover iniciou a descida, ele na verdade já terá pousado (ou não, caso algo dê muito errado). Por isso, o apelido "sete minutos de terror", pois é um período de muita tensão.

O Perseverance vai pousar na cratera Jezero, onde procurará evidências de que já existiu algum tipo de vida em Marte — as chamadas bioassinaturas. É que essa região abrigava um lago e um delta de um rio há bilhões de anos e, se algum dia existiu mesmo vida por lá, as chances de isso ter acontecido onde havia água líquida são maiores. Sendo assim, regiões como a da cratera Jezero ainda podem preservar evidências disso — e a ideia é que essas evidências sejam encontradas, se existirem.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: