Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.061,99
    -871,79 (-0,72%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.528,97
    0,00 (0,00%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,44
    -1,23 (-1,96%)
     
  • OURO

    1.787,00
    +8,60 (+0,48%)
     
  • BTC-USD

    55.621,53
    -263,40 (-0,47%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.279,65
    +16,69 (+1,32%)
     
  • S&P500

    4.133,38
    -1,56 (-0,04%)
     
  • DOW JONES

    33.890,54
    +69,24 (+0,20%)
     
  • FTSE

    6.870,15
    +10,28 (+0,15%)
     
  • HANG SENG

    28.621,92
    -513,81 (-1,76%)
     
  • NIKKEI

    28.508,55
    -591,83 (-2,03%)
     
  • NASDAQ

    13.753,25
    -41,00 (-0,30%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6693
    -0,0332 (-0,50%)
     

Utah aprova legislação para livrar smartphones de pornografia

·1 minuto de leitura
Foto de arquivo de um smartphone da Apple

O governador de Utah, nos Estados Unidos, aprovou na terça-feira um projeto de lei que impõe um filtro antipornografia em todos os smartphones e tablets ativados neste estado, onde dois terços dos habitantes professam a fé mórmon.

O texto, que o governador republicano Spencer Cox anunciou nesta quarta-feira (25) ter sancionado na véspera, prevê penalidades para os fabricantes que não respeitarem a regra, que podem variar de 10 dólares a 500 dólares por violação.

Mas essa medida defendida por legisladores ultraconservadores só entrará em vigor se pelo menos cinco outros estados promulgarem uma lei semelhante, algo que parece improvável a curto prazo.

Na prática, a nova regra, que visa proteger os jovens, obrigaria os fabricantes de smartphones e tablets vendidos em Utah a instalar um filtro para bloquear conteúdo pornográfico, ao contrário do tradicional controle parental proposto por Apple ou Google, que chega desabilitado de fábrica.

As pessoas que desejam ter acesso a este conteúdo considerado potencialmente prejudicial seriam então forçadas a solicitar um código para desbloquear o filtro automático.

Os defensores das liberdades, liderados pela American Civil Liberties Union (ACLU), expressaram preocupação com essas restrições, que dizem violar o direito de livre acesso à internet.

O texto “viola os direitos do público sob a primeira emenda da Constituição” dos Estados Unidos, que garante a liberdade de expressão, tuitou a ACLU de Utah.

seb/cjc/caw/ft/am