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Uso das mesmas senhas e falsa sensação de segurança preocupam

A empresa de segurança de senhas LastPass divulgou nesta terça-feira (1) seu relatório anul Psicologia da Senha, que traça um panorama sobre a quantas anda o comportamento dos usuários quando se fala em credenciais de acesso e a proteção dos dados. E o resultado continua bastante preocupante: mesmo com a educação sobre o assunto em ascensão nos últimos anos, os mesmos hábitos ruins seguem dominando as atividades, e, pior, com um aumento de falsa sensação de aumento da defesa.

Para realizar o levantamento, o LastPass contratou a empresa de pesquisa de mercado Lab42, que fez uma varredura sobre o estado atual dos comportamentos de senha na nova era do trabalho remoto. As respostas foram geradas a partir de entrevistas com 3.750 profissionais em organizações de diversos setores nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Austrália, Cingapura e Brasil.

A pesquisa perguntou aos profissionais pesquisados ​​sobre seus sentimentos e comportamentos em relação à segurança online. O resultado foi um aumento no tempo gasto on-line com comportamento inadequado de senha e dissonância cognitiva. O objetivo do estudo “Psicologia das Senhas” é mostrar como a educação e o uso do gerenciamento de senhas podem proteger a vida online dos usuários, transformando o comportamento imprevisível em competência de senha real e segura.

Conclusões do levantamento sobre senhas feito pela LastPass (Imagem: Divulgação/LastPass)
Conclusões do levantamento sobre senhas feito pela LastPass (Imagem: Divulgação/LastPass)

“Nossa pesquisa mais recente mostra que, mesmo diante de uma pandemia, onde passamos mais tempo online em meio a ataques cibernéticos crescentes, continua a haver uma desconexão para as pessoas quando se trata de proteger suas vidas digitais”, disse Christofer Hoff, diretor de tecnologia segura do LastPass.

Nova pesquisa, mesmos hábitos ruins com as senhas

Segundo o levantamento do LastPass, embora 65% de todos os entrevistados tenham alguma forma de educação em segurança cibernética – por meio da escola, trabalho, mídia social, livros ou cursos via Coursera ou edX –, 62% quase sempre ou sempre usam a mesma senha ou variação dela.

O levantamento também realizou uma varredura sobre os diferentes comportamentos de acordo com a faixa etária:

  • A Geração Z (nascido entre 1997 e 2012) está confiante quando se trata de gerenciamento de senhas, contudo, foi considerada no estudo a maior infratora sobre a falta de higiene de senhas. Segundo o estudo, como essa geração viveu a maior parte de suas vidas online, acredita que seus métodos de proteção de credenciais são “muito seguros”. Contudo, os usuários dessa faixa etária são os mais propensos a criar senhas mais fortes para contas de mídia social e entretenimento, em comparação com outras gerações;

  • A Geração Z também é mais propensa a reconhecer que usar a mesma senha ou uma combinação semelhante para vários logins é um risco, mas, ainda assim, usam a mesma escolha 69% das vezes

  • Os Millennials (1981-1996) também costumam usar a mesma senha 66% do tempo, segundo o levantamento. Por outro lado, a Geração Z é a geração mais propensa a usar a memorização para rastrear suas senhas (51%), com os Baby Boomers (1946 – 1964) os menos propensos a lembrar de suas combinações (38%);

Educação cibernética não tem sido eficaz com higiene de senhas

O estudo da LastPass também concluiu que a educação sobre o assunto não se traduz necessariamente em ação. 65% dos entrevistados afirmaram ter algum tipo de orientação sobre segurança cibernética. A maioria (79%) considerou seu aprendizado eficaz, seja formal ou informal.

Contudo, dos que receberam educação em segurança cibernética, apenas 31% pararam de reutilizar as mesmas combinações. E apenas 25% começaram a usar um gerenciador de senhas. O estudo reforça que a falsa sensação de segurança é um dos maiores perigos para os dados dos usuários: 89% dos entrevistados reconheceram que usar a mesma senha ou variação é um risco, e apenas 12% usam combinações diferentes para contas distintas, enquanto 62% usam sempre ou principalmente a mesma senha ou uma variação.

Conclusões do levantamento sobre senhas feito pela LastPass (Imagem: Divulgação/LastPass)
Conclusões do levantamento sobre senhas feito pela LastPass (Imagem: Divulgação/LastPass)

Além disso, em comparação com o ano passado, as pessoas estão usando cada vez mais variações da mesma senha, com 41% em 2022 contra 36% em 2021. “A realidade é que, embora quase dois terços dos entrevistados tenham alguma forma de educação em segurança cibernética, ela não está sendo colocada em prática por vários motivos. Para consumidores e empresas, um gerenciador de senhas é um passo simples para manter suas contas seguras e protegidas”, destaca Christofer Hoff, diretor de tecnologia segura do LastPass.

Está com dúvidas sobre como criar e manter senhas seguras? O Canaltech tem uma matéria com oito dicas espertas para você aumentar a proteção de seus dados e atividades.

Fonte: Canaltech

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