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Usar redes sociais pode afetar o cérebro de adolescentes

A comunidade científica já estava ciente de que abusar de redes sociais é prejudicial à saúde mental dos jovens. No entanto, um novo estudo da University of North Carolina at Chapel Hill apontou que esse uso excessivo pode inclusive afetar o desenvolvimento cerebral dos adolescentes.

Segundo o artigo, os cérebros dos adolescentes podem se tornar mais sensíveis ao antecipar recompensas e punições sociais ao longo do tempo, com o aumento do uso das redes sociais. Assim, o público que cresce verificando as mídias com mais frequência está se tornando hipersensível ao feedback alheio.

Os pesquisadores refletem que, embora essa maior sensibilidade ao feedback social possa promover o uso compulsivo de mídias sociais no futuro, também pode refletir um possível comportamento adaptativo que permitirá aos adolescentes navegar em um mundo cada vez mais digital.

Uso de redes sociais pode afetar o desenvolvimento do cérebro de adolescentes (Imagem: Deliriss/Envato)
Uso de redes sociais pode afetar o desenvolvimento do cérebro de adolescentes (Imagem: Deliriss/Envato)

Os especialistas comentam que isso acontece justamente porque as plataformas de mídia social fornecem um fluxo constante e imprevisível de feedback social na forma de curtidas, comentários, notificações e mensagens: “Essas entradas sociais são frequentes, inconsistentes e muitas vezes recompensadoras, tornando-as reforçadores especialmente poderosos que podem condicionar os usuários a verificar as mídias sociais repetidamente”, apontam.

Em 2020, outro estudo destacou que cerca de 89% da população entre 9 a 17 anos é usuária de Internet no Brasil. Isso equivale a 24,3 milhões de crianças e adolescentes conectados. O smartphone é o principal dispositivo de acesso à Internet usado por essa faixa de público. Segundo o estudo, os celulares são utilizados por 23 milhões de crianças e adolescentes brasileiros (95%).

Diversos possíveis prejuízos desencadeados pelo uso das redes sociais por parte de adolescentes foram colocados à prova através de pesquisas, como o impacto na imagem e o aumento de depressão e tendências suicidas.

Fonte: Canaltech

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