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US$ 2 bilhões em Bitcoins estão "presos" sem a chave do dono que morreu afogado

·2 minuto de leitura

Morto no final de junho em um acidente na Costa Rica, o bilionário Mircea Popescu pode ter deixado para trás uma fortuna que nunca será recuperada. Aos 41 anos, ele possuía o equivalente a US$ 2 bilhões (R$ 10 bilhões, na cotação atual) em Bitcoins, cujas chaves de acesso podem ter se perdido com sua morte enquanto nadava em uma região considerada imprópria para banhistas.

Um evangelista das criptomoedas, Popescu foi um dos primeiros a investir pesado nesse mercado e afirmava ter acumulado mais de 1 milhão de Bitcoins. Conhecido por alguns como o “pai da toxicidade das criptomoedas”, ele manteve durante anos um blog em que defendia a liberdade trazida pela tecnologia e divulgava conteúdos considerados controversos. Ele também ganhou fama por ajudar na criação do livro Bitcoin Standard, que explica o papel da moeda digital na sociedade.

Mircea Popescu Imagem: Reprodução/Twitter
Mircea Popescu Imagem: Reprodução/Twitter

Embora o bilionário afirmasse publicamente que detinha uma quantidade milionária das moedas virtuais, estimativas indicam que ele na verdade possuía algumas dezenas de milhares delas — o que já lhe garantia uma grande fortuna. Caso ele não tenha transmitido suas chaves de acesso a outra pessoa antes de morrer, esses montantes continuam valorizando-se, mas provavelmente jamais vão conseguir ser movimentados novamente.

Figura controversa

Nascido na România, o bilionário teve sua morte confirmada pelo site Teletica.com, que informou que um estrangeiro havia se afogado perto de Playa Hermosa. Seu corpo foi identificado pouco depois por uma mulher americana que o acompanhava e se identificou como sua companheira.

Em 2012, Popescu ajudou a criar a MPEx, bolsa de valores baseadas no Bitcoin que ajudou muitas empresas a apostar na criptomoeda e fazer aberturas de ações baseadas nela. Segundo a Bitcoin Magazine, ele era um grande rival da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, órgão que foi alvo de diversas de suas críticas.

Fonte: Canaltech

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