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United Airlines prevê demissão de 16.000 funcionários em outubro

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Nesta foto de arquivo tirada em 11 de abril de 2020, um único funcionário é visto em um balcão vazio da United Airlines no Aeroporto Nacional de Washington (DCA) em Arlington, Virgínia
Nesta foto de arquivo tirada em 11 de abril de 2020, um único funcionário é visto em um balcão vazio da United Airlines no Aeroporto Nacional de Washington (DCA) em Arlington, Virgínia

A companhia aérea americana United Airlines, afetada pelo "impacto devastador" da covid-19 no transporte aéreo, prevê demitir 16.000 funcionários em outubro, a menos que um novo programa de auxílio seja adotado no Congresso.

"A pandemia nos atingiu mais profundamente e por mais tempo do que quase todos os especialista previram. Em um ambiente em que a demanda por viagens continua tão baixa, a United não pode continuar com trabalhadores que superam consideravelmente o nosso nível de atividade", escreveu o grupo em uma mensagem transmitida à AFP.

"Uma prolongação (dos auxílios do governo) seria a única coisa que poderia evitar as demissões em primeiro de outubro", acrescentou a companhia, que pediu a seus empregados que pressionem seus representantes no Congresso.

As grandes companhias aéreas receberam nos Estados Unidos cerca de 25 bilhões de dólares do governo em março e, em troca, se comprometeram a não cortar empregos até 30 de setembro.

Empresas e sindicatos do setor estão pressionando há semanas para um novo auxílio ao transporte aéreo.

A American Airlines também alertou na semana passada que demitiria 19.000 pessoas em outubro se não houver novos apoios.

O próprio presidente Donald Trump declarou, na terça-feira, que a indústria aérea precisaria de maiores ajudas.

O Congresso está atualmente negociando um novo plano de apoio à economia, mas as discussões estão em um impasse.

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