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'Unidos pelo distanciamento': Empresa faz campanha de venda de camisas para ajudar blocos do Rio

·2 minuto de leitura

RIO - Com a confirmação de que o carnaval não será realizado em 2021 por causa da pandemia da Covid-19, a empresa Dimona lançou uma campanha de venda de camisetas em que todo o lucro será revertido para diversos blocos da cidade do Rio. Além da arrecadação para ajudar a cadeia produtiva do carnaval, os idealizadores buscam passar a imagem que neste ano a folia terá que ser festejada em casa.

Participam da campanha de arrecadação 18 blocos tradicionais do Rio, como Cordão da Bola Preta, Sargento Pimenta, Fogo e paixão e Monobloco. O preço da camisa é de R$ 55 e o lucro que será repassado aos blocos é de R$ 19, 42. Ao comprar o produto, a pessoa poderá indicar a que bloco quer que a quantia seja destinada. No site da marca há detalhes do custo da camisa e de impostos. que são descontados do valor pago.

O prefeito Eduardo Paes participou do lançamento da campanha e assinou, junto a representantes de blocos, um manifesto que prevê uma maior organização para a folia de 2022. Para o próximo mês, o prefeito disse que um decreto deve ser publicado com regras para evitar blocos ilegais ou manifestações espontâneas de foliões, mas espera contar com a consciência do carioca

— Essa iniciativa é fundamental para criar o processo de consciência. Tenho chamado atenção que é impossível sem consciência coletiva enfrentar o problema. Em uma cidade com mais de 7 milhões de pessoas, por mais que tenhamos fiscais na rua, é impossível cobrar a atitude de cada cidadão— afirmou o prefeito, que diz esperar que os idosos comecem a ser vacinados contra a Covid-19 nas próximas semanas:

— Temos vinda dos insumos da China e há a expectativa da Fiocruz e Butatantan comecem a estabilizar a produção e o próximo grupo são as pessoas idosas. Tenho certeza que nas próxima semanas vamos começar a vacinação, primeiro nas pessoas acima de 75 anos.

Segundo Rita Fernandes, presidente da Sebastiana, o valor arrecadado vai ser usado para ajudar parte da cadeia produtiva, como costureiras, cordeiros e músicos. Rita pontua também que a campanha também busca conscientizar as pessoas que em 2021 não será possível "colocar o bloco na rua".

- Vamos ajudar, mas também queremos segurar em casa o folião e quem mais quiser colocar o bloco na rua. É um chamamento compartilhado também para os não fazerem festas de ruas. Não podemos garantir, mas é um esforço coletivo. Se um sai tocando um instrumento, vira bloco. Vamos fazer carnaval 3m casa, da janela, na varanda com a família, mas não podemos ir para a rua - diz

Rita ainda conta que blocos de outros estados já estão procurando a Sebastiana com a intenção de entrar no movimento "Bloco em casa".

- Essa mobilização já estão se desdobrando de outros estados para virar um movimento nacional. Temos certeza que será uma campanha que vai virar uma cascata