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Unidade de drones da Alphabet pede autorização dos EUA para expandir as operações

David Shepardson
·2 minuto de leitura

Por David Shepardson

WASHINGTON (Reuters) - A Wing Aviation, da Alphabet, pediu à Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) flexibilização nas regras que envolvem drones para que possa expandir suas operações para além de uma pequena cidade norte-americana, afirmou a FAA nesta sexta-feira.

Desde 2019, a Wing realizou milhares de voos de entrega de produtos em residências de moradores de Christiansburg, no Estado norte-americano de Virgínia.

"A Wing está agora almejando expandir e melhorar essas operações, para servir a novas comunidades”, disse a Wing ao solicitar à FAA dispensa de algumas regras. A FAA disse que analisará as reações públicas sobre a petição antes de tomar uma decisão.

A Wing disse à FAA que recentemente "fez investimentos substanciais projetados para aumentar a segurança e a capacidade” das operações de drones com base nos EUA. A empresa não registra acidentes há mais de 17 meses.

A companhia quer a aprovação da FAA para consolidar as operações de piloto remoto de instalações locais “para instalações de operações regionais capazes de controlar com segurança um grande número de aeronaves simultaneamente”.

A empresa disse ainda que, à medida que expande suas operações, planeja usar um modelo de drone derivado da versão atual “que se mostrou confiável em operações comerciais e é altamente semelhante em suas características operacionais”. Mas precisa da permissão da FAA para voar.

Além disso, a Wing também pediu à FAA que conduza verificações a cada 12 meses, em vez de três meses como as regras estabelecem atualmente. A empresa alega que as mudanças propostas "ajudarão a garantir que mais famílias americanas possam experimentar os benefícios da tecnologia (dos drones)".

Novas regras da FAA entraram em vigor oficialmente na última quarta-feira, permitindo que pequenos drones sobrevoem pessoas e também voem à noite sem precisarem de autorizações do governo. As regras há muito esperadas tratam de questões de segurança, exigindo tecnologia de identificação remota na maioria dos casos para permitir a identificação de um drone a partir do solo.