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União entre Rio e Niterói para agenda ambiental terá como foco a recuperação da Baía de Guanabara

·2 min de leitura

RIO — Pela primeira vez, a cidade do Rio e a de Niterói irão representar o Brasil, em 2022, na II Conferência Internacional sobre Água, Megacidades e Mudança Global, em Paris, um evento com 16 megacidades do mundo para discutir políticas ambientais sobre o clima e a água. O objetivo da união reconhecida pela Unesco e que foi oficializada nesta quarta-feira, no Museu do Amanhã, na Praça Mauá, na Zona Portuária do Rio, é direcionar as discussões ambientais para a Região Metropolitana do Rio, com o foco na recuperação da Baía de Guanabara, e discutir projetos sobre a crise hídrica nos municípios.
— A discussão ambiental sempre foi uma dificuldade por parte das prefeituras. No Rio, boa parte da cidade é completamente desprovida. A gente vê essa tragédia diária e permanente. Acho que a nova concessionária tem um compromisso grande de tratar a Baía de Guanabara como prioridade. A cidade do Rio passou anos depositando resíduos sólidos às margens da Baía. São muitos os desafios, e quem sofre com isso são os mais pobres — analisou o prefeito do Rio, Eduardo Paes.
A união entre os dois municípios dá o título a ambos de uma única "megacidade", reconhecida pela Unesco na Aliança de Megacidades para a Água e o Clima. A primeira atuação em conjunto acontecerá na Conferência do Clima, a Cop 26, que reunirá 197 países para discutir as transformações do clima e apontar resoluções. O encontro começa no fim deste mês e vai até novembro, em Glasgow, na Escócia.

Para o secretário de Meio Ambiente do Rio, Eduardo Cavaliere, a atual situação hídrica do município é um problema para quem vive na cidade:
— O que nós queremos é melhorar os investimentos em saneamento, melhorar o que coloca nossos rios e lagos em uma situação tão ruim como é hoje. A atitude é relevante para o meio ambiente, para as agendas climáticas e, sobretudo, para quem mais precisa, que sofre com os problemas de falta de cuidado com a água e com os eventos climáticos.
Segundo o secretário de Clima de Niterói, Luciano Paez, a Baía de Guanabara será um dos principais focos da união das duas cidades:
— A Baía de Guanabara, em especial, será o nosso palco de atuação e todas as bacias drenantes a ela, que correspondem a cidade do Rio, toda a Região Metropolitana e a cidade de Niterói.
Ainda não há projetos concretos e planejamento de custo para que as propostas sejam implementadas. Apesar disso, para Paes, além do impacto positivo para o meio ambiente, a iniciativa visa também o desenvolvimento econômico da cidade:
— Essa atitude é um ativo econômico. Rio e Niterói são cidades que atraem pessoas e empresas, para morar ou não morar, investir ou não investir, a partir das suas qualidades ambientais — ressalta.

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