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Uma nova variante do coronavírus é detectada na África do Sul

·2 minuto de leitura
Orla da praia de Umhlanga em Durban, África do Sul

Uma nova variante do coronavírus detectada na África do Sul poderia explicar a velocidade da segunda onda de transmissão no país, atingindo também pacientes mais jovens, anunciou o ministro da Saúde, Zwelini Mkhize, nesta sexta-feira (18).

Esta "variante 501.V2" do vírus foi identificada por pesquisadores sul-africanos e relatada à Organização Mundial da Saúde (OMS), anunciou o ministro Mkhize em um comunicado.

Esta equipe sequenciou centenas de amostras de todo o país desde o início da pandemia em março e "observou que uma determinada variante domina os resultados desses dois últimos meses", explicou.

Além disso, os médicos sul-africanos perceberam uma evolução no panorama epidemiológico, com maior número de pacientes mais jovens, sem comorbidades, desenvolvendo formas graves da doença.

Todos os elementos "indicam fortemente que a segunda onda que atravessamos é impulsionada por esta nova variante", acrescentou o ministro.

A equipa de pesquisadores sul-africanos, liderada pelo Professor Tulio de Oliveira (centro KRISP, Universidade de Kwazulu-Natal), compartilhou as suas observações com a comunidade científica, o que permitiu aos pesquisadores do Reino Unido "estudar suas próprias amostras e encontrar uma variante semelhante", potencialmente envolvida na transmissão galopante observada em algumas áreas do país, segundo o ministro.

Esta não é a primeira vez que mutações SARS-CoV-2 foram observadas e relatadas no mundo e o ministro Mkhize afirmou que uma segunda onda tão rápida não era esperada.

Para além da possível aceleração das infecções associadas a esta variante, a chegada do verão e o cansaço decorrente da primeira onda provocaram um certo abrandamento das medidas de precaução.

A África do Sul, oficialmente o país mais afetado do continente africano, registra 24.285 mortes e mais de 900.000 casos, mais de 8.700 deles detectados nas últimas 24 horas. No pior momento da primeira vaga, em julho, o número diário de casos era de 12 mil.

ger/sst/bc/dg/am/mvv