Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.651,05
    +248,77 (+0,23%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.241,81
    -113,05 (-0,24%)
     
  • PETROLEO CRU

    90,54
    -0,22 (-0,24%)
     
  • OURO

    1.810,50
    +5,30 (+0,29%)
     
  • BTC-USD

    23.175,90
    -772,92 (-3,23%)
     
  • CMC Crypto 200

    537,23
    -20,12 (-3,61%)
     
  • S&P500

    4.122,47
    -17,59 (-0,42%)
     
  • DOW JONES

    32.774,41
    -58,13 (-0,18%)
     
  • FTSE

    7.488,15
    +5,78 (+0,08%)
     
  • HANG SENG

    20.003,44
    -42,33 (-0,21%)
     
  • NIKKEI

    27.999,96
    -249,28 (-0,88%)
     
  • NASDAQ

    13.055,75
    -127,50 (-0,97%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2331
    +0,0237 (+0,45%)
     

Insegurança alimentar atinge um terço dos brasileiros

Table setting on rustic wood background - plate, fork and knife
Aumenta o número de pessoas que não sabem se vão ter o que comer (Getty Image)
  • Pesquisa aponta que 36% da população corria risco de passar fome em 2021

  • Índice do Brasil está acima da média mundial de insegurança alimentar

  • Mulheres e crianças são as mais atingidas pela falta de comida

Uma a cada três pessoas não sabe se vai ter o que comer amanhã. Conhecida como insegurança alimentar, a falta de alimentos é um problema social que cresceu nos últimos anos.

Dados analisados pela da FGV Social com base nas informações do instituto Gallup apontam que o indicador da fome no país chegou a 36% em 2021, um número acima da média global, fixada em 35%.

Essa é a primeira vez desde 2006 que tantas famílias brasileiras correm o risco de ficar sem ter o que comer. Entre as mulheres, a fome deu um salto. Quase metade das brasileiras não tiveram condições de alimentar adequadamente a família.

O fechamento das escolas foi um agravante para a má alimentação das crianças, uma vez que a merenda era a única refeição de alguns estudantes. Entre os homens, o percentual caiu de 27% para 26% de 2019 a 2021. A média global é de 33%.

"As mulheres, principalmente as entre 30 e 49 anos, onde o aumento foi maior, tendem a estar fisicamente mais próximas das crianças, gerando consequências para o futuro do país, uma vez que a subnutrição infantil deixa marcas permanentes físicas e mentais para toda vida de um indivíduo", explica Marcelo Neri, pesquisador que conduziu o estudo.

A pandemia atingiu a população de maneira desigual. Entre os 20% mais pobres, a quantidade de pessoas com fome aumentou 22 pontos percentuais, enquanto entre os mais ricos a insegurança alimentar caiu de 10% para 7%.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos