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Um terço das marcas vai parar de gastar em redes, diz pesquisa

Thomas Seal

(Bloomberg) -- Quase uma em cada três principais marcas planeja suspender gastos com publicidade em plataformas de redes sociais como Facebook, Twitter e YouTube, da Alphabet, devido às políticas dessas empresas sobre discurso de ódio, de acordo com nova pesquisa.

Entre as principais marcas, 5% disseram que já suspenderam gastos nessas plataformas, e outros 26% afirmaram que provavelmente o farão, segundo pesquisa da Federação Mundial de Anunciantes. O grupo de lobby do setor diz que representa 90% dos gastos com marketing global, ou cerca de US$ 900 bilhões por ano. Cerca de 40% das empresas estão indecisas.

O Facebook foi alvo de críticas de organizações como a Anti-Defamation League, segundo a qual a empresa não está fazendo o suficiente para reprimir o discurso de ódio. Uma lista crescente de marcas de primeira linha, como Starbucks e PepsiCo, disse que pretende parar de gastar com anúncios na plataforma, o que provocou queda de 8% das ações do Facebook na sexta-feira. Ainda assim, o Facebook está protegido da reação de marcas de primeira linha porque a maioria das vendas de anúncios da plataforma vem de empresas de pequeno e médio porte.

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