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Um asteroide passou "pertinho" da Terra na manhã desta terça-feira (10)

O asteroide 2022 JO1 atingiu sua máxima aproximação com a Terra por volta das 09h47 (horário de Brasília) desta terça-feira (10), passando pelo planeta a uma distância bem menor do que aquela entre nós e a Lua. O objeto astronômico, cujo tamanho foi estimado em 13 metros de diâmetro, foi descoberto um dia antes de sua passagem.

O asteroide passou a uma distância de apenas 70 mil km — cerca de 0,18 vezes a distância da Lua até a Terra —, enquanto percorria sua órbita a uma velocidade estimada em 13,8 km/s. No entanto, como ele foi descoberto no último dia 9, essas informações apresentam um pequeno nível de incerteza.

A linha em verde mostra a trajetória e direção do asteroide, enquanto a em cinza indica a órbita da Lua. A seta em amarelo na Terra demonstra a direção de sua órbita e, a azul, aponta para o Sol (Imagem: Reprodução/Minor Planet Center)
A linha em verde mostra a trajetória e direção do asteroide, enquanto a em cinza indica a órbita da Lua. A seta em amarelo na Terra demonstra a direção de sua órbita e, a azul, aponta para o Sol (Imagem: Reprodução/Minor Planet Center)

O 2022 JO1 é classificado como um asteroide do tipo Apollo. Asteroides deste tipo são classificados a partir da sua proximidade com a Terra, pois a órbita deles costuma cruzar com a do nosso planeta. Até agora, o Minor Planet Center realizou 63 observações para traçar a trajetória do asteroide.

Devido ao seu pequeno tamanho, caso o asteroide atingisse a atmosfera da Terra, provavelmente ele daria origem a um bólido — um tipo de meteoro que, por ser relativamente grande, vira uma bola de fogo no céu enquanto se desfragmenta. O que sobra dele, alcança o solo como meteoritos. As chances de danos seriam mínimas.

Vale destacar que pequenos corpos celestes como este asteroide são os mais difíceis de serem detectados, pois os observatórios só conseguem enxergá-los quando eles já estão bem próximos à Terra ou já passaram pelo ponto mais próximo ao planeta.

Ainda assim, não há motivos para preocupações. Diversos centros de monitoramento, como o Centro de Estudos de NEO (CNEOS) da NASA, monitoram constantemente qualquer objeto que se aproxime da Terra e seja grande o suficiente para ameaçar o planeta.

Fonte: Canaltech

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