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Uefa se une a boicote de redes sociais em meio a protesto crescente contra ofensas

·1 minuto de leitura
Presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, discursa durante congresso da entidade em Amsterdã

(Reuters) - Um boicote do mundo do esporte a redes sociais ganhava força nesta quinta-feira, já que várias organizações se uniram a ligas de futebol da Inglaterra para mostrar solidariedade contra as ofensas virtuais.

A Uefa, entidade que governa o futebol europeu, disse que participará do boicote deste final de semana, assim como o rúgbi inglês e o ciclismo britânico.

A Uefa disse que silenciará em suas plataformas a partir das 15h locais de sexta-feira.

O presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, disse que é preciso agir após um crescimento de ofensas e demonstrações de ódio virtuais direcionadas a jogadores de futebol e pessoas ligadas ao esporte.

"Tem havido ofensas tanto no campo quanto nas redes sociais. Isto é inaceitável e precisa ser detido, com a ajuda do público, de autoridades legislativas e dos gigantes das redes sociais", disse ele em um comunicado.

"Permitir que uma cultura de ódio cresça com impunidade é perigoso, muito perigoso, não somente para o futebol, mas para a sociedade como um todo. Já aguentamos demais estes covardes que se escondem atrás do anonimato para expelir suas ideologias nocivas."

A capitã da seleção feminina de rúgbi inglesa, Sarah Hunter, disse que, embora as redes sociais ajudem a aproximar os torcedores, ofensas, racismo e assédio virtuais não deveriam ser tolerados.

A campanha também recebeu apoio da liga de rúgbi, da liga de críquete e da Associação de Tênis de Grama inglesas, assim como das emissoras BT Sport, Sky Sports e talkSPORT.

(Por Arvind Sriram em Bengaluru e Martyn Herman em Londres)