Mercado fechado
  • BOVESPA

    113.805,79
    +1.523,51 (+1,36%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.412,03
    +73,69 (+0,14%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,21
    +0,98 (+1,36%)
     
  • OURO

    1.747,00
    -31,80 (-1,79%)
     
  • BTC-USD

    44.545,71
    +1.203,01 (+2,78%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.116,62
    +7,70 (+0,69%)
     
  • S&P500

    4.448,98
    +53,34 (+1,21%)
     
  • DOW JONES

    34.764,82
    +506,50 (+1,48%)
     
  • FTSE

    7.078,35
    -5,02 (-0,07%)
     
  • HANG SENG

    24.510,98
    +289,44 (+1,19%)
     
  • NIKKEI

    29.639,40
    -200,31 (-0,67%)
     
  • NASDAQ

    15.312,00
    +148,50 (+0,98%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2242
    +0,0154 (+0,25%)
     

UE recomenda retorno de restrições de viagens dos EUA por Covid

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Os países da União Europeia votaram em submeter os EUA a novas restrições a viagens não essenciais em meio a um aumento de novos casos de coronavírus, desferindo um novo golpe para a indústria do turismo.

Uma maioria qualificada de embaixadores votou pela reintrodução das restrições, que haviam sido levantadas em junho, de acordo com relatório da UE desta segunda-feira.

Os EUA tiveram 588 novos casos Covid-19 por 100.000 habitantes nas duas semanas encerradas em 22 de agosto, de acordo com o Centro Europeu para Prevenção e Controle de Doenças, bem acima do limite de 75 estabelecido nas diretrizes da UE.

A diretriz do bloco é uma recomendação e qualquer decisão sobre quem permitir e quais restrições impor, em última análise, cabe aos governos de cada Estado membro. Os países também podem optar por aceitar a prova de vacinação para dispensar as restrições de viagem.

Embora os países tenham seguido amplamente as diretrizes da UE, houve momentos em que nações individuais divergiram delas.

A decisão de restringir visitantes da maior economia do mundo é um revés significativo para as companhias aéreas e empresas de viagens que pressionam pela reabertura total das lucrativas rotas transatlânticas.

A decisão é um golpe para as principais transportadoras europeias, como a Lufthansa e a Air France, que precisam aumentar seus números de passageiros de longa distância. A recuperação para as companhias aéreas não foi igual em toda a Europa, já que as companhias aéreas europeias de baixo custo puderam se beneficiar dos passes da vacina, permitindo viagens intra-europeias durante a temporada de verão.

Israel, Montenegro, Kosovo, Líbano e Macedônia do Norte também foram retirados da lista de viagens seguras da UE.

As regras da UE especificam que, para que países terceiros possam realizar viagens não essenciais para o bloco, a tendência de novos casos deve ser estável ou decrescente e que não mais de 4% dos testados para o vírus sejam positivos. Os últimos números dos EUA representam o sétimo aumento consecutivo.

As diretrizes também levam em consideração se variantes preocupantes foram detectadas em um determinado país e se houve reciprocidade nas viagens.

A Alemanha classificou os EUA como área de alto risco em 15 de agosto, o que significa que os visitantes precisam mostrar que foram vacinados, se recuperaram da doença ou apresentam um resultado negativo no teste.

França, Espanha, Itália e Bélgica também exigem algum tipo de teste para mostrar que o viajante tem anticorpos contra Covid ou prova de vacinação. Mas nenhum impôs regras de quarentena.

More stories like this are available on bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2021 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos