Mercado fechado
  • BOVESPA

    101.864,82
    -949,21 (-0,92%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.612,11
    -184,19 (-0,37%)
     
  • PETROLEO CRU

    66,75
    -3,20 (-4,57%)
     
  • OURO

    1.771,30
    -11,00 (-0,62%)
     
  • BTC-USD

    57.580,50
    -754,09 (-1,29%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.469,11
    +26,33 (+1,83%)
     
  • S&P500

    4.567,00
    -88,27 (-1,90%)
     
  • DOW JONES

    34.483,72
    -652,22 (-1,86%)
     
  • FTSE

    7.059,45
    -50,50 (-0,71%)
     
  • HANG SENG

    23.475,26
    -376,98 (-1,58%)
     
  • NIKKEI

    27.821,76
    -462,16 (-1,63%)
     
  • NASDAQ

    16.216,50
    -174,25 (-1,06%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3590
    +0,0298 (+0,47%)
     

UE mira validade de 9 meses de vacinação para viagens

·3 min de leitura

(Bloomberg) -- A União Europeia recomenda um prazo de 9 meses para a validade da vacinação contra a Covid-19 em viagens internas e com destino ao bloco e também pretende priorizar viajantes vacinados.

Most Read from Bloomberg

A Comissão Europeia propõe que os estados membros continuem recebendo todos os viajantes imunizados com vacinas aprovadas pelo bloco, segundo documento visto pela Bloomberg. Também pede que, a partir de 10 de janeiro, os países permitam a entrada de todos os que receberam vacinas aprovadas pela Organização Mundial da Saúde.

O comissário de Justiça da UE, Didier Reynders, anunciou na quinta-feira uma nova estrutura de viagens internas da UE com base mais na vacinação de indivíduos ou no status de recuperação do que no número de casos em seus países de origem. A UE também prepara um anúncio nesta quinta-feira sobre regras para viagens externas.

As atualizações propostas introduzem um novo prazo para que a imunização contra a Covid seja considerada válida, deixando claro que doses de reforço serão necessárias depois do período de 9 meses. Mas a UE disse que ainda não está pronta para propor uma validade para certificados emitidos com base em reforço.

A Comissão também propõe estender as regras sobre o certificado digital da UE além do próximo verão europeu, disse Reynders.

Governos da UE pressionam para que o bloco ajude a atenuar as diferenças para garantir a livre circulação, em um cenário de abordagens contrastantes sobre a duração da vacinação e como administrar doses de reforço. A Comissão oferece recomendações que podem ser implementadas pelos países membros.

Países da UE buscam combater a quarta onda da pandemia com vários graus de restrições em meio a taxas de vacinação desiguais. A Alemanha avalia a imunização obrigatória para alguns grupos vulneráveis, a Itália impôs regras para pessoas não vacinadas, e a Dinamarca estuda o uso de máscaras no transporte público. A Áustria restringiu viagens de lazer como parte de um lockdown de três semanas.

Como o número de casos continua a aumentar em toda a Europa, o braço executivo da UE planeja descontinuar, a partir de 1º de março, a chamada lista branca de países onde todos os viajantes têm permissão de entrada, independentemente do status de vacinação. A partir dessa data, pessoas vacinadas e recuperadas da Covid com um certificado digital da UE, ou um passe equivalente, poderiam entrar no bloco.

As regras revisadas também permitiriam viagens para a UE de crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos com um teste de PCR negativo feito antes da partida, mesmo que não tenham sido vacinadas. Países da UE podem exigir mais testes após a chegada, quarentena ou isolamento. As propostas precisam ser aprovadas pelos estados membros.

Como uma medida de proteção adicional, um teste de PCR negativo seria necessário para todos os viajantes vacinados com um imunizante aprovado pela OMS, mas que não teve o sinal verde do regulador de medicamentos da UE, como também para pessoas recuperadas de Covid, de acordo com as propostas.

Voos

A indústria de viagens tem observado os planos do bloco com atenção.

Depois de aumentar a capacidade de junho a outubro, companhias aéreas europeias começaram a recuar. O número de assentos oferecidos em voos na Áustria esta semana está 39% abaixo dos níveis de 2019, uma queda de 3 pontos percentuais desde o início de novembro, com base em dados do rastreador de voos OAG. Quedas semelhantes ocorreram na França e na Alemanha.

O revés provavelmente continuará até o Natal e pode ter impacto no planejamento das férias de verão de 2022, o que normalmente ocorre no fim do ano, disse o CEO da Ryanair, Michael O’Leary, em entrevista esta semana.

(Atualiza com declarações do comissário de Justiça da UE a partir do terceiro parágrafo.)

Most Read from Bloomberg Businessweek

©2021 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos