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UE irá limitar exportações para Hong Kong após repressão chinesa

·1 minuto de leitura

BRUXELAS (Reuters) - A União Europeia (UE) irá limitar suas exportações para Hong Kong de tecnologias que poderiam ser usadas para repressão ou vigilância em massa, afirma um documento do bloco econômico visto pela Reuters.

Mencionando "grande preocupação" em razão de uma ampla lei de segurança nacional imposta pela China à ex-colônia britânica de Hong Kong, os 27 Estados da UE concordaram nesta sexta-feira com uma série de sanções, incluindo restrições comerciais e uma revisão dos acordos sobre vistos com o território.

O documento, respaldado pelos embaixadores da UE, informa que o bloco "examinará e limitará ainda mais as exportações de equipamentos e tecnologias sensíveis para uso final em Hong Kong, em particular onde houver motivos para suspeitar de uso indesejável relacionado à repressão interna, a interceptação de comunicações internas ou de cibersegurança".

O documento visto pela Reuters deve entrar em vigor na terça-feira. Hong Kong teve ampla autonomia garantida quando retornou ao domínio chinês, em 1997.

(Por Gabriela Baczynska)