Mercado fechado
  • BOVESPA

    112.316,16
    -1.861,39 (-1,63%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    54.774,91
    -389,10 (-0,71%)
     
  • PETROLEO CRU

    79,38
    -1,63 (-2,01%)
     
  • OURO

    1.943,90
    -2,80 (-0,14%)
     
  • BTC-USD

    23.049,38
    -169,44 (-0,73%)
     
  • CMC Crypto 200

    526,66
    +9,65 (+1,87%)
     
  • S&P500

    4.070,56
    +10,13 (+0,25%)
     
  • DOW JONES

    33.978,08
    +28,67 (+0,08%)
     
  • FTSE

    7.765,15
    +4,04 (+0,05%)
     
  • HANG SENG

    22.688,90
    +122,12 (+0,54%)
     
  • NIKKEI

    27.382,56
    +19,81 (+0,07%)
     
  • NASDAQ

    12.221,00
    +114,25 (+0,94%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5462
    +0,0265 (+0,48%)
     

UE recomenda que países-membros exijam teste negativo de covid a passageiros da China

A União Europeia (UE) incentiva seus Estados-membros a exigirem testes negativos de covid-19 com menos de 48 horas aos viajantes procedentes da China antes do embarque, segundo um acordo do bloco anunciado nesta quarta-feira (4).

Os 27 Estados-membros acordaram, ainda, outras recomendações, que devem ser aplicadas por cada país.

Entre elas estão sugerir aos viajantes o "uso de máscara", a realização de "testes aleatórios" em sua chegada e o controle das "águas residuais de aeroportos com voos internacionais e de aviões que chegam da China", segundo um comunicado da Presidência do Conselho da UE, exercida pela Suécia.

Especialistas em saúde dos países do bloco se reuniram nesta quarta-feira, em Bruxelas, para elaborar uma resposta coordenada à explosão de casos de covid-19 na China. As medidas foram debatidas em uma reunião do IPCR, dispositivo europeu para uma reação política em situações de crise.

Os Estados-membros vão avaliar a situação e revisar as medidas em meados deste mês de janeiro.

No início de dezembro, a China pôs fim à sua política de "covid zero", o que gerou uma explosão de casos. No domingo (8), as autoridades chinesas eliminarão a quarentena obrigatória aos viajantes procedentes do exterior.

Preocupados com a falta de transparência a respeito das estatísticas oficiais da China sobre o número de casos, os países do bloco reagiram de maneira descoordenada.

Na semana passada, Espanha, Itália e França decidiram, de maneira unilateral, exigir testes negativos de covid-19 aos viajantes procedentes da China.

A China, por sua vez, condenou essas restrições na terça-feira e advertiu que poderia tomar medidas em represália.

"Nosso enfoque está baseado na ciência [...] Tomamos as medidas que consideramos justificadas, adaptadas à evolução da situação na China e baseadas nos debates entre nossos especialistas", declarou nesta quarta-feira uma porta-voz da Comissão Europeia, o órgão executivo da UE.

Apesar de os Estados-membros terem liberdade para aplicar ou não as recomendações adotadas a nível da UE, "todo mundo entende que, se não atuarmos juntos, haverá buracos no sistema", acrescentou outro porta-voz.

O Centro Europeu para a Prevenção e o Controle de Doenças (ECDC, na sigla em inglês), uma agência da UE, considerou "injustificado" o controle sistemático dos passageiros, dado o nível de imunidade coletiva na Europa e a presença no território do bloco das mesmas variantes que circulam na China.

Na terça-feira, o ECDC insistira que a explosão de casos na China "não deveria ter um impacto sobre a situação epidemiológica na Europa".

Em contrapartida, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que as medidas de controle adotadas em todo o mundo eram "compreensíveis" devido à "circulação elevada [do vírus] na China e à ausência de dados completos".

jug/jca/sag/pc/yow/mvv/lb/rpr