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UE apoia estatísticas étnicas para medir integração dos migrantes

·2 minuto de leitura
Uma menina caminha entre as precárias tendas do campo de refugiados de Samos, em 1º de novembro de 2020, naquela ilha grega

A Comissão Europeia recomenda a utilização de estatísticas étnicas para avaliar a discriminação contra os migrantes na União Europeia (UE), no âmbito de um "plano de ação a favor da integração e inclusão" apresentado nesta terça-feira (24).

"É importante, para monitorar a eficácia de longo prazo das políticas [em favor da integração], ter dados precisos e comparáveis sobre a extensão e a natureza da discriminação sofrida pelos migrantes", de acordo com este plano de ação.

A Agência da UE para os Direitos Fundamentais vai realizar uma pesquisa sobre os imigrantes e seus descendentes até 2022.

"Isso também requer a desagregação dos dados por origem étnica e racial", disse a Comissão.

Essa recomendação também foi incluída em um plano de ação contra o racismo que o executivo europeu apresentou em setembro, e no qual indicava que esses dados eram "relativamente poucos em número" em comparação com aqueles por "outros motivos de discriminação, como sexo, gênero, deficiência e idade".

O plano de ação da UE a favor da integração e inclusão (2017-2021) consiste na emissão de propostas pelo executivo europeu, coordenando e prestando apoio financeiro, uma vez que as competências dessas políticas são de cada Estado-membro.

Este projeto complementa o novo Pacto sobre Migração e Asilo apresentado pela Comissão em setembro. O objetivo é melhorar o acesso dos migrantes à educação, ao emprego, aos serviços de saúde e à habitação na UE.

“Qualquer pessoa que tenha o direito de estar na Europa deve ter acesso às ferramentas necessárias para realizar todo o seu potencial e assumir os direitos e obrigações que regem a nossa União”, afirmou a vice-presidente da Comissão, Margaritis Schinas.

Cerca de 34 milhões de habitantes da União Europeia (8% da população) nasceram fora do bloco, de acordo com a Eurostat.

Dez por cento dos jovens (15-34 anos) nascidos na UE têm pelo menos um pai nascido num país terceiro.

alm/fmi/sg/bc/jz/cc/mvv