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UE ameaça investigar subsídios chineses para atrair tecnologia limpa

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, criticou os esforços para atrair indústrias europeias de tecnologia limpa para a China nesta terça-feira (17) e ameaçou investigar os subsídios de Pequim.

"Não hesitaremos em abrir investigações se acreditarmos que nossa contratação pública ou outros mercados estão sendo distorcidos por tais subsídios", alertou em discurso no Fórum Econômico Mundial (WEF), que acontece na estação de esqui suíça.

"Quando o comércio não é justo, as nossas reações devem ser mais enérgicas", afirmou Von der Leyen, apontando em particular para Pequim, mas recordando também a "preocupação" que o grande plano de investimentos climáticos do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, desperta na Europa.

Esse plano, chamado de Lei de Redução da Inflação (IRA), prevê grandes subsídios para empresas americanas no setor de veículos elétricos ou de energia renovável.

"Estamos trabalhando com os Estados Unidos para encontrar soluções", por exemplo, para que empresas europeias ou carros elétricos fabricados na União Europeia possam se beneficiar da lei americana.

"Nosso objetivo deve ser evitar qualquer interrupção no comércio e investimento transatlânticos", disse ela.

Também em Davos, o enviado climático dos EUA, John Kerry, disse nesta terça-feira que os países que reclamam da lei deveriam tentar imitar os Estados Unidos.

"A reação de outros países não deveria ser: 'Meu Deus, você não deveria fazer isso, você está nos colocando em uma posição injusta'. Faça isso também. Todos precisam fazer o mesmo para acelerar ainda mais esse processo", pediu Kerry.

Von der Leyen denunciou que a China incentiva abertamente empresas da Europa e de outros países que consomem muita energia a transferir toda ou parte de sua produção para seu território, com a promessa de energia barata, baixos custos trabalhistas e uma regulamentação menos rígida.

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