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UBS espera ano recorde para IPOs na Índia apesar de Covid-19

Baiju Kalesh

(Bloomberg) -- A disparada de casos de Covid-19 na Índia não deve impedir um recorde para ofertas públicas iniciais em 2021, segundo o UBS, pois um grupo de empresas de tecnologia deve realizar suas esperadas estreias na bolsa até o fim do ano.

No ano passado, companhias levantaram US$ 4,6 bilhões com IPOs, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. Anuj Kapoor, responsável por banco de investimento do UBS Índia, acredita que esse valor será facilmente superado.

Segundo Kapoor, a quantia captada pode ser o dobro do valor levantado em 2020 por meio de IPOs.

Antes da segunda onda da pandemia de coronavírus, os mercados da Índia estavam muito otimistas. No acumulado de 2021, os IPOs na Índia captaram quase US$ 3 bilhões, o melhor início de ano desde 2018, mostram os dados. A atividade foi impulsionada por ampla liquidez, com estrangeiros e investidores de varejo em busca de novas ideias para investir, disse Kapoor.

A nova onda de casos de Covid-19 teve forte impacto nas ações, e os mercados indianos operam descolados das bolsas globais desde março, disse Kapoor. O índice de referência Sensex acumula alta de 2,2% este ano, em comparação com o ganho de 9,3% desde janeiro do indicador MSCI World.

Investidores estrangeiros venderam US$ 1,4 bilhão em ações indianas no mês até 29 de abril, a maior saída mensal desde março do ano passado, quando o país impôs um dos mais rígidos lockdowns do mundo para conter a propagação da pandemia.

“Veremos mais algumas semanas difíceis pela frente antes que a Covid-19 se estabilize e comece a declinar”, disse Kapoor, que também faz parte do conselho do UBS Índia. “Espero que isso não dure além de junho.”

Kapoor acredita que empresas de tecnologia começarão a chegar ao mercado no segundo semestre. Ele prevê que menos de cinco empresas serão listadas neste ano, mas esse número pode mais do que dobrar em 2022.

A startup de entrega de comida online Zomato recentemente registrou seu prospecto inicial para um IPO que poderia captar até 82,5 bilhões de rupias (US$ 1,1 bilhão). Outras empresas do setor tecnológico que aguardam nos bastidores incluem a varejista de cosméticos Nykaa E-Retail e a agregadora de seguros Policybazaar, segundo a Bloomberg News.

Na frente de fusões e aquisições, Kapoor vê mais atividades de companhias locais e players estrangeiros comprando empresas indianas do que grupos nacionais interessados em ativos no exterior.

Fundos de private equity globais têm grande interesse nos setores de saúde e farmacêutico, disse. No ano passado, a KKR & Co. comprou uma participação majoritária na J.B. Chemicals & Pharmaceuticals em um acordo de US$ 371,3 milhões concluído em novembro. Um mês antes, o Carlyle fechou uma transação para adquirir uma fatia de 20% na Piramal Pharma por US$ 466 milhões.

O otimismo de Kapoor decorre do desempenho de sua unidade em 2020, o melhor ano do UBS na Índia em termos de receita, impulsionada principalmente pela atividade em renda variável, disse. O banco contratou banqueiros juniores em março e vai recrutar talentos criteriosamente, disse.

“Este ano teremos uma combinação saudável de mercado de capitais e fusões e aquisições”, afirmou. “2021 deve ser melhor para a atividade de acordos do que 2020.”

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