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Twitter proibirá propagandas negacionistas sobre mudanças climáticas

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Em texto publicado no blog da companhia, o Twitter afirmou que proibirá propaganda negacionista sobre mudanças climáticas na plataforma. Foto: Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images.
Em texto publicado no blog da companhia, o Twitter afirmou que proibirá propaganda negacionista sobre mudanças climáticas na plataforma. Foto: Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images.
  • Twitter informou em seu blog que proibirá anúncios que “contradigam o consenso científico sobre as mudanças climáticas”;

  • As decisões do Twitter sobre conteúdos legítimos serão guiadas por “fontes autorizadas”, como Greenpeace, WWF e IPCC;

  • Em 2021, o Google também se comprometeu a proibir propagandas negacionistas, mas não atendeu às expectativas.

O Twitter informou na última sexta-feira (22) em seu blog que proibirá na rede social propagandas que “contradigam o consenso científico sobre as mudanças climáticas”.

A companhia disse acreditar que “o negacionismo climático não deve ser monetizado, e que anúncios deturpados não devem prejudicar conversas importantes sobre a crise climática”.

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Portanto, a partir de agora, as decisões internas sobre o que torna um conteúdo legítimo sobre o tema estão sob a guia de “fontes autorizadas”, como o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), uma organização científico-política no âmbito das Nações Unidas.

Como exemplo, o IPCC divulgou relatórios nos últimos meses que ajudam a compreensão sobre crise atual e o que precisa ser feito para se adaptar às mudanças climáticas, bem como evitar graves consequências no futuro.

A postura do Twitter faz parte de uma atitude mais ampla entre diversas plataformas de mídia social na tentativa de acabar com informações falsas sobre o clima.

Em outubro de 2021, o Google também se comprometeu a proibir propagandas negacionistas. Contudo, a empresa foi severamente criticada depois que um relatório do Center for Countering Digital Hate (CCDH), uma organização sem fins lucrativos, apontou que anúncios com informações falsas continuaram a ser divulgados após a imposição da medida.

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