Mercado fechado
  • BOVESPA

    115.202,23
    +2.512,05 (+2,23%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    46.342,54
    +338,35 (+0,74%)
     
  • PETROLEO CRU

    66,28
    +2,45 (+3,84%)
     
  • OURO

    1.698,20
    -2,50 (-0,15%)
     
  • BTC-USD

    49.617,05
    +907,62 (+1,86%)
     
  • CMC Crypto 200

    982,93
    +39,75 (+4,21%)
     
  • S&P500

    3.841,94
    +73,47 (+1,95%)
     
  • DOW JONES

    31.496,30
    +572,16 (+1,85%)
     
  • FTSE

    6.630,52
    -20,36 (-0,31%)
     
  • HANG SENG

    29.098,29
    -138,51 (-0,47%)
     
  • NIKKEI

    28.864,32
    -65,78 (-0,23%)
     
  • NASDAQ

    12.652,50
    +197,50 (+1,59%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7780
    -0,0079 (-0,12%)
     

Twitter limita mensagem de Bolsonaro por violação de regras contra Covid-19

Redação Notícias
·1 minuto de leitura
Tweet de Bolsonaro limitado pela plataforma (Reprodução)
Tweet de Bolsonaro limitado pela plataforma (Reprodução)

Nesta sexta (15), o Twitter marcou uma postagem do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), limitando o acesso ao post, afirmando que o chefe de Estado “violou as regras da plataforma sobre publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à Covid-19”.

Em postagem realizada durante a tarde de sexta, Bolsonaro afirmou que “estudos clínicos demonstram que o tratamento preococe da Covid, com antimaláricos, podem reduzir a progressão da doença, prevenir a hospitalização e estão associadoa à redução da mortalidade”.

Leia também

A mensagem de Bolsonaro é escondida por um aviso do Twitter, mas pode ser vista porque a plataforma “determinou que [a informação] pode ser do interesse público que o teet continue acessível”.

Mais uma vez, sem qualquer tipo de prova, o presidente segue fazendo propaganda de remédios que não tem ineficácia no combate ao coronavírus.

Em outubro de 2020, a OMS publicou um estudo que confirma a ineficácia dos remédios remdesivir e cloroquina/hidroxicloroquina para o tratamento do novo coronavírus. O estudo foi conduzido em 405 hospitais em 30 países diferentes e envolveu um total de 11.266 adultos.