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Twitter e Facebook bloqueiam contas de Trump após invasão do Capitólio dos EUA

Elizabeth Culliford e Katie Paul e Joseph Menn
·2 minuto de leitura
Apoiadores de Trump em protesto em Washington

Por Elizabeth Culliford e Katie Paul e Joseph Menn

(Reuters) - Twitter, Facebook e Snap bloquearam temporariamente as contas do presidente dos EUA, Donald Trump, na quarta-feira, em medida das gigantes de tecnologia para reprimir suas alegações infundadas sobre a eleição presidencial em meio a tumultos na capital do país. O Twitter ocultou e determinou a remoção de três tuítes de Trump "como resultado da situação violenta sem precedentes em Washington, DC", depois que manifestantes pró-Trump invadiram o Capitólio dos EUA em uma tentativa de forçar o Congresso a obstruir a certificação do presidente eleito Joe Biden. Quatro pessoas morreram no caos do Capitólio, incluindo uma mulher que foi baleada dentro do prédio.

Por meses, o presidente e seus aliados fizeram alegações infundadas de fraude eleitoral, impulsionando a organização do protesto.

Trump disse em um tuíte na quarta-feira, depois retirado do ar pelo Twitter, que o ataque ao prédio foi uma resposta natural. Ele também culpou o vice-presidente Mike Pence por falta de "coragem" para prosseguir com as alegações de fraude eleitoral. O Twitter bloqueou a conta de Trump até 12 horas depois de ele excluir os tuítes e um vídeo no qual ele alegou que a eleição presidencial foi fraudulenta e pediu aos manifestantes que voltassem para casa. Se os tuítes não fossem excluídos, a conta permaneceria bloqueada. O Facebook e o YouTube, pertencentes ao Google, também removeram o vídeo. Mais tarde, o Facebook afirmou que bloquearia a página de Trump para postagem por 24 horas. A empresa disse que vai proibir convocações para levar armas para locais em todo o país e remover qualquer apoio para os eventos no Capitólio. Um porta-voz da Casa Branca não respondeu a um pedido de comentário. A retórica violenta e os conselhos sobre armamentos aumentaram significativamente nas últimas três semanas nas plataformas de mídia social, conforme grupos planejavam os atos, incluindo nacionalistas brancos e entusiastas da teoria da conspiração QAnon, de acordo com pesquisadores e publicações públicas.

(Reportagem de Elizabeth Culliford em Nova York, Joseph Menn em San Francisco, Katie Paul em Palto Alto e Paresh Dave em Oakland; Reportagem adicional de David Shepardson em Washington)