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Twitter deve realizar demissão em massa a partir desta terça após aquisição de Musk

Até o final do ano passado, o Twitter tinha mais de 7 mil colaboradores (Getty Image)
Até o final do ano passado, o Twitter tinha mais de 7 mil colaboradores (Getty Image)
  • Elon Musk concretizou a compra do Twitter;

  • Bilionário pretende fazer diversas reestruturações na rede social;

  • Homem mais rico do mundo deve demitir diversos funcionários.

Quando Elon Musk comprou o Twitter prometeu que iria fazer mudanças profundas na empresa. Após dissolver o conselho da corporação, o empresário pode fazer mudanças ainda maiores.

Agora, o bilionário se prepara para demitir 25% da força de trabalho da rede social que comprou por US$ 44 bilhões (R$ 227 bilhões). Até o final do ano passado, a empresa tinha mais de 7 mil colaboradores. Ou seja, o corte especulado representa quase 2 mil funcionários a menos.

Ao demitir trabalhadores, Musk pretende evitar o pagamento de subsídios aos funcionários, embora ele deva pagar os colaboradores em dinheiro no lugar de ações, de acordo com os termos do acordo de fusão.

A série de demissões faz parte restruturação que acompanha as mudanças que Musk quer fazer no Twitter. Até agora, o homem mais rico do mundo já demitiu os principais executivos, incluindo o então CEO Parag Agrawal, o chefe financeiro Ned Segal e o chefe de assuntos jurídicos e de políticas Vijaya Gadde.

Agrawal e Musk se desentenderam em mais de uma oportunidade ao longo do processo de venda do Twitter, segundo documentos anexados ao processo judicial travado entre ambas as partes.

Um tempo atrás, o Washington Post afirmou que Musk disse a possíveis investidores que planejava eliminar quase 75% da equipe do Twitter. Esse seria um esforço para pagar a dívida que cresceu substancialmente desde o início do processo de compra.

Ross Gerber, CEO da Gerber Kawasaki Wealth and Investment Management, afirmou que Jared Birchall, chefe do escritório familiar de Musk, disse que iam ocorrer demissões no Twitter. "Disseram-me para esperar que cerca de 50% das pessoas sejam dispensadas", alegou.