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Twitter bloqueia conta de embaixada chinesa nos EUA após tuíte sobre mulheres uigures

·1 minuto de leitura
A China está sendo criticada internacionalmente por suas políticas em Xinjiang, onde acredita-se que mais de um milhão de uigures e outras minorias muçulmanas estão em campos de reeducação

O Twitter informou nesta quinta-feira (21) o bloqueio da conta da embaixada chinesa nos Estados Unidos, após um tuíte afirmando que as mulheres uigures não eram mais "máquinas de fazer bebês" depois que suas mentes foram "emancipadas".

Um porta-voz do Twitter disse à AFP que tomou medidas contra o tuíte em questão por "violar nossa política contra a desumanização".

Acredita-se que mais de um milhão de uigures e outras minorias, em sua maioria muçulmanas, estejam ou foram mantidos em campos de reeducação em Xinjiang, onde a China também é acusada de esterilizar mulheres à força.

A China nega as acusações e afirma que as instalações na região não são acampamentos, mas centros de treinamento profissional para manter as pessoas longe do terrorismo.

Em 7 de janeiro, a embaixada chinesa nos Estados Unidos tuitou que "no processo de erradicação do extremismo", as mentes das mulheres uigures "foram emancipadas e a igualdade de gênero e saúde reprodutiva promovida, fazendo com que parassem de ser máquinas de fazer bebês".

O tuíte, que foi ocultado após uma onda de protestos online, incluía um link para um artigo no veículo estatal China Daily que afirmava que "a erradicação do extremismo deu às mulheres de Xinjiang mais autonomia" sobre o tema de ter filhos.

A política do Twitter proíbe "a desumanização de um grupo de pessoas com base em sua religião, casta, idade, deficiência, doença grave, nacionalidade, raça ou origem étnica", explicou a rede social, acrescentando que a conta da embaixada foi bloqueada temporariamente até que o tuíte seja excluído.

bys/apj/reb/mab/mb/mr