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Twitter bane chefão de empresa que insistia que eleições americanas foram ‘roubadas’

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Mike Lindell. (Foto: Drew Angerer/Getty Images)
Mike Lindell. (Foto: Drew Angerer/Getty Images)

Mais um nome entrou para a longa lista – e crescente – de figuras de destaque que foram banidas do Twitter sob o argumento de estarem usando a plataforma para fazer a disseminação de notícias falsas, estimular a violência e a desestabilização da sociedade.

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Dessa vez, foi o executivo-chefe da empresa My Pillow Inc. – uma empresa famosa por fabricar travesseiros, e que em seu site garante possuir “o travesseiro mais confortável que você jamais terá”.

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Mike Lindell vinha publicando sistematicamente mensagens argumentando que as eleições dos Estados Unidos, que deram a vitória ao candidato democrata Joe Biden, foram na verdade “roubadas” por uma conspiração em massa de “poderes ocultos”.

Apesar das alegações, sucessivas investigações pelos órgãos de controle dos Estados Unidos não mostraram qualquer indício de irregularidade.

Empresas que compram da My Pillow, como grandes redes de varejo, anunciaram o boicote aos produtos da empresa.

O Twitter já baniu mais de 70 mil contas ligadas ao espalhamento de informações falsas sobre as eleições americanas, incluindo aquelas ligadas ao movimento “QAnon” – uma enorme teoria da conspiração, sem qualquer comprovação, que envolve a suposta existência de um agente secreto revelando informações sobre supostos poderes malignos no governo dos Estados Unidos.

Nessa teoria, o ex-presidente Trump seria uma espécie de “herói” na luta contra o mal.

O próprio Trump foi banido pelo Twitter pelo mesmo motivo, por espalhar informações falsas e incitar a violência, o que resultou na invasão do Capitólio dos Estados Unidos por manifestantes de extrema-direita e várias mortes.

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