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Twitter anuncia reforço no combate à desinformação sobre vacinas da COVID-19

Alveni Lisboa
·3 minuto de leitura

O Twitter anunciou nesta quarta-feira (28) uma atualização no sistema para aprimorar os mecanismos de combate à desinformação sobre a vacina da COVID-19. A ação tem como base a chegada da Semana Mundial da Imunização, que terá como foco esse ano o combate à pior pandemia dos últimos 100 anos.

A rede social começará a exibir avisos sobre a vacinação na linha do tempo dos usuários. As mensagens terão links para uma página especial criada pela plataforma com dados sobre segurança, eficácia, disponibilidade e planos de imunização das pessoas.

Esta mensagem começará a aparecer na <em>timeline</em> dos usuários (Imagem: Divulgação/Twitter)
Esta mensagem começará a aparecer na timeline dos usuários (Imagem: Divulgação/Twitter)

Aqui no país, a página linkada traz tuítes da Organização Pan-Americana da Saúde, Organização Mundial da Saúde, Anvisa, Instituto Butantã e de notícias recentes cujo tema seja a vacina. Há também posts dos perfis oficiais de governos estaduais e outras autoridades políticas e da saúde que tratam do calendário vacinal

Além do Brasil, os ativos serão ativados temporariamente para outros 15 países: Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Canadá, Colômbia, Egito, Espanha, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Índia, Irlanda, Japão, México, Nova Zelândia e Reino Unido.

Redes sociais no combate às fake news

O Twitter e as demais redes sociais, em especial os aplicativos de chat como o WhatsApp e o Telegram, têm sido muito utilizados como ferramentas de propagação de notícias falsas sobre a COVID-19 de um modo geral. Não é à toa que as empresas do segmento tem se unido para lançar ações que busquem incentivar a vacinação e combater os males da desinformação.

Apesar disso, no último final de semana, o Twitter removeu diversas postagens que criticavam a forma como o governo da Índia lida com a pandemia. A rede teria cedido a pressões do governo local, que evocou dispositivo legal para cercear a liberdade de expressão. Em janeiro, medidas de distanciamento foram afrouxadas para permitir celebrações religiosas e reuniões políticas, o que é apontado como o responsável pela crise atual no país.

O Facebook exibe mensagens sobre a COVID e remove conteúdos com informações falsas (Imagem: Divulgação/Facebook)
O Facebook exibe mensagens sobre a COVID e remove conteúdos com informações falsas (Imagem: Divulgação/Facebook)

Já o YouTube passou a remover conteúdos que recomendem uso da Cloroquina ou Ivermectina como tratamento da doença. Estudos médicos já comprovaram que não existe correlação entre o uso de tais medicamentos e a cura do coronavírus. Mesmo assim, muita gente tem abusado ao tomar doses inapropriadas de tais medicamentos, o que causa problemas no fígado e até a morte.

Nesta semana o Instagram lançou um adesivo para as pessoas usarem em seus stories quando forem se vacinar ou ao compartilhar conteúdos referentes a tal assunto. A ideia é similar ao adesivo "Em Casa", liberado no início da pandemia, no ano passado, para incetivar o isolamento social.

(Imagem: Reprodução/Instagram)
(Imagem: Reprodução/Instagram)

No atual momento, as autoridades de saúde são unânimes ao afirmar que somente a imunização em massa dará fim ao cenário pandêmico atual. Mesmo assim, muita gente espalha boatos sobre a ineficácia do ato, mentiras sobre reações adversas e até teorias infundadas sobre eventual politização da doença, que fez mais de 395 mil vítimas no Brasil.

Fonte: Canaltech

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