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Turbulência nos yields ameaça voltar após mensagem dovish do Fed

(Bloomberg) -- O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, enfrentou as previsões mais agressivas do mercado para a trajetória das taxas de juros na quarta-feira, o que desencadeou uma onda de reação dovish nas bolsas e nos títulos.

Mas ao jogar água fria na perspectiva de uma alta de 0,75 ponto percentual no próximo mês, ele pode ter inadvertidamente preparado o cenário para mais turbulência à frente se as pressões inflacionárias aumentarem. Os yields dos títulos do Tesouro dos EUA avançam na quinta-feira.

O Fed estava “tentando enviar uma mensagem de expectativas sustentadas para aumentos de 0,50 pp”, mas “involuntariamente deu uma mensagem muito dovish”, disse Jeffrey Rosenberg, gestor sênior de portfólio da BlackRock, à Bloomberg Television.

Isso já está levando alguns observadores do mercado a se perguntarem por quanto tempo o Fed pode manter essa abordagem.

Por enquanto, operadores voltaram firmemente a precificar uma alta de meio ponto para junho - em linha com os comentários de Powell de que vários desses aumentos estão na mesa para as próximas reuniões do Fed.

Powell surpreendeu alguns, incluindo Rosenberg, ao dizer que o Fed considera uma taxa neutra entre 2% e 3%.

Na sexta-feira, serão divulgados os números do mercado de trabalho dos EUA, e as atenções dos investidores devem se concentrar na evolução dos salários. O governo anuncia na próxima semana uma nova rodada de dados de índices de preços ao consumidor. O efeito da guerra na Ucrânia e dos bloqueios por Covid na China podem adicionar novas preocupações, especialmente depois que o Fed enfatizou na quarta-feira os impactos inflacionários de ambos.

O Fed pode acabar com um “resultado estagflacionário” se os choques de oferta aumentarem ainda mais as pressões de preços e isso “os colocar em um beco sem saída” onde continuam apertando e prejudicando a demanda, disse Dec Mullarkey, diretor da SLC Management.

“O Fomc ainda pode mudar de ideia se as circunstâncias o justificarem”, escreveu Roberto Perli, chefe de política global da Piper Sandler, em uma nota com seu colega Benson Durham. “Não ficaríamos surpresos se a ideia de 0,75 pp ressurgisse, como uma contingência no caso de a inflação continuar surpreendendo para cima.”

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©2022 Bloomberg L.P.

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