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Turbulência na administração da Telecom Italia atrapalha resposta à oferta da KKR

·2 min de leitura

Por Elvira Pollina e Stephen Jewkes e Pamela Barbaglia

MILÃO (Reuters) - A Telecom Italia está tentando elaborar uma lista de candidatos na sexta-feira para assessorá-la na oferta de compra que recebeu do grupo KKR, no que seria o maior negócio de private equity da história do continente europeu.

Mas as divisões dentro do maior grupo telefônico da Itália estão tornando difícil para a empresa responder à oferta, que avalia a companhia em 33 bilhões de euros, incluindo dívidas.

As tensões ainda estão altas depois que um barulho de acionistas forçar Luigi Gubitosi a deixar o cargo de presidente-executivo, após confronto com o principal investidor do grupo, a Vivendi, e membros independentes do conselho.

A Telecom Italia colocou a supervisão dos ativos estratégicos do grupo nas mãos do presidente Salvatore Rossi, criando um comitê especial para estudar a abordagem da KKR.

Mas a alta administração permanece no limbo e o conselho se divide em questões-chave.

Duas pessoas próximas ao assunto disseram que os representantes da Vivendi e outros membros do conselho estão pressionando por uma reforma completa do colegiado depois que Gubitosi se recusou a renunciar formalmente ao conselho - uma medida que impediu o novo diretor-geral, Pietro Labriola, de ser nomeado presidente-executivo na semana passada.

"O comitê se reunirá na sexta-feira para discutir os assessores, mas não está claro se eles terão sucesso em vista de toda a agitação", disse uma das fontes.

A Vivendi não quis comentar.

A KKR - que fontes da indústria disseram estar trabalhando com Citi, Morgan Stanley e JPMorgan - disse que qualquer negócio está condicionado ao apoio do governo italiano, bem como do conselho da Telecom Italia.

"Mas, no momento, não há equipe de administração na Telecom Italia e não há mais plano estratégico ... como você pode avaliar uma oferta se não tem um plano estratégico autônomo?" disse outra fonte familiarizada com o assunto.

O Goldman Sachs, a divisão da Intesa IMI CIB e o Bank of America foram escalados para potencialmente assessorar a Telecom Italia antes que Gubitosi se afastasse, disseram outras fontes, mas acrescentaram que a situação era incerta.

Rothschild e Lazard agora também estão disputando um lugar, disseram as fontes.

A oferta não vinculante da KKR também depende de uma 'due diligence' de quatro semanas, que precisará de luz verde da Telecom Italia. Nenhuma reunião extraordinária do conselho foi convocada até o momento antes de uma reunião programada para 17 de dezembro.

O governo italiano, que é o segundo maior investidor da Telecom Italia, com uma participação de 10%, tem poderes especiais anti-aquisição para proteger empresas consideradas estratégicas de investidas estrangeiras.

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