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TSE monta estratégia contra ataques e teme ransomware e vazamento de dados

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está trabalhando em uma estratégia para lidar com possíveis ataques cibercriminosos durante as Eleições 2022 e não descarta ser alvo de ransomware, operações de vazamentos de dados ou tentativa de comprometimento de sistemas. Enquanto isso, a ideia do órgão é trabalhar em ações preventivas que garantam a credibilidade do pleito e o exercício da democracia pelos cidadãos brasileiros.

As conclusões fazem parte de um relatório técnico do TSE, que cita diretamente alguns dos riscos previstos pelo tribunal. O principal deles é o de ransomware, com a ideia de que um ataque desse tipo poderia acontecer às vésperas das votações como forma de tumultuar o processo de apuração e controle das eleições de outubro; o órgão, inclusive, afirma que isso aconteceu em 2020, mas não de forma a interferir no processo.

Ainda assim, o relatório lembra outro caso desse tipo, em novembro daquele ano, quando sistemas do Supremo Tribunal de Justiça chegaram a ficar mais de uma semana paralisados, sem que servidores e ministros pudessem checar arquivos ou e-mails. Foi um golpe que prejudicou o andamento de milhares de processos e que poderia ser devastador caso acontecesse diante das Eleições 2022.

Outros receios envolvem o vazamento em massa de dados de eleitores e manipulações dos sistemas, seja para tornar válido o voto de brasileiros já falecidos ou para dar direitos políticos a candidatos que a justiça decidiu serem inaptos a competirem. O TSE cita, ainda, a possibilidade de informações eleitorais irem parar na dark web, à venda para o uso em golpes por criminosos digitais.

São ações que, afirma o TSE, colocariam o sistema eleitoral e a própria democracia em xeque, principalmente diante de um cenário em que tais características são constantemente atacadas por governantes eleitos. Daí a ideia de criar uma estratégia para combate a ataques e reação contra eventuais ofensivas que aconteçam até o dia das eleições e apurações.

Entre as medidas a serem tomadas está a definição de técnicos de segurança da informação e revisão dos processos de trabalho que trabalhem diretamente em cada tribunal regional, se reportando à diretoria ou presidência do órgão. Cada unidade, agora, teria de definir sua estrutura mínima e o número de indivíduos necessários, enquanto na esfera nacional, a Justiça Eleitoral trabalha em um programa nacional de cibersegurança cujos detalhes não foram divulgados como forma de manter as estratégias em sigilo.

As Eleições 2022 estão marcadas para o dia 2 de outubro, com os brasileiros indo às urnas para votar em presidente, senadores, governadores, deputados estaduais e federais. Caso haja segundo turno nas votações para os governos do país e estados, ele está marcado para o dia 30.

Fonte: Canaltech

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