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TSE e WhatsApp criam parceria para impedir fake news durante as eleições

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TSE e Whatsapp criam parceria para impedir a disseminação de fake news. (Photo Illustration by Nikolas Kokovlis/NurPhoto via Getty Images)
TSE e Whatsapp criam parceria para impedir a disseminação de fake news. (Photo Illustration by Nikolas Kokovlis/NurPhoto via Getty Images)
  • TSE e Whatsapp criarão um robô que estará aberto à denúncias de fake news e tirará dúvidas dos cidadãos;

  • Iniciativa faz parte do Programa de Enfrentamento à Desinformação;

  • Ao contrário de seu rival, Telegram poderá ser banido do país, dizem especialistas.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp estão criando um canal para que os cidadãos brasileiros possam denunciar disparos em massa de mensagens no aplicativo.

O objetivo é combater a propagação de notícias falsas e manter as eleições brasileiras de 2022 livres desse tipo de interferência.

Para isso será criado um robô de conversas da Justiça Eleitoral na plataforma.

Além de aceitar denúncias, o robô também poderá servir para consultar o local de votação e acessar informações sobre os candidatos.

A iniciativa faz parte do Programa de Enfrentamento à Desinformação da corte. Permanente desde 2021, o programa visa combater a desinformação de maneira ativa, e os problemas que possam surgir dela.

Telegram pode ser banido do país

Em oposição ao WhatsApp, que coopera com as autoridades brasileiras, o Telegram, aplicativo rival de mensagens instantâneas, pode estar com seus dias contados.

A plataforma não possui representação jurídica no Brasil, não possui endereço físico no país, nem nunca respondeu às tentativas de notificação do Judiciário que vem acontecendo desde 2018.

Atualmente o aplicativo está na mira de duas investigações, uma da Polícia Federal e outra do Ministério Público Federal. Por conta disso, especialistas apontam a grande possibilidade do Judiciário realizar o bloqueio do aplicativo no país.

A mesma ação vem sendo estudada por outros países, como a Alemanha, que busca combater grupos de extremismo político e étnico.

A falta de regulamentação da plataforma tem sido um atrativo para alguns pré-candidatos à eleição de outubro. Dentre eles, o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) é o mais ativo, com mais de 1 milhão de inscritos em sua lista de transmissão.

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