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Trump tenta ‘driblar’ Twitter, mas é banido de novo

·2 minuto de leitura
Trump foi banido por insuflar protestos. (Foto: Reprodução/Twitter)
Trump foi banido por insuflar protestos. (Foto: Reprodução/Twitter)
  • O ex-presidente Donald Trump tentou “driblar” o Twitter.

  • Ele criou uma nova conta, pois a outra havia sido banida.

  • Mas o Twitter apagou a nova conta, também.

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que já havia sido banido do Twitter por insuflar protestos violentos por meio de seus canais, tentou driblar a plataforma e retornar.

Sua equipe criou uma conta nova, para o site “From the Desk of Donald J. Trump”, algo como “Da mesa de Donald J. Trump” na tradução do inglês.

A plataforma veicula opiniões do ex-presidente, conhecido por estimular a violência contra cidadãos e instituições dos Estados Unidos.

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O Twitter, então, baniu também essa nova conta do ex-presidente, citando suas regras de uso e a impossibilidade de “contornar” um eventual banimento.

Banido também do Facebook

Trump também segue banido na rede social concorrente, o Facebook, cujo grupo independente responsável por supervisionar a aplicação das políticas de uso da plataforma divulgou que Trump deve continuar banido.

Em janeiro, o Facebook anunciou que deixaria para o seu “tribunal” independente a decisão sobre o futuro do ex-presidente Donald Trump na plataforma.

Inicialmente, a plataforma, unilateralmente, decidiu pelo banimento por tempo indeterminado, depois de Trump ter usado seu canal na plataforma para convocar protestos que culminaram na invasão do Capitólio dos Estados Unidos.

O chamado “Comitê de Supervisão”, apelidado de “suprema corte” do Facebook, é um grupo parcialmente independente, composto por cerca de 40 pessoas, autoridade em seus campos, de jornalismo ao direito digital e direitos humanos, ao qual usuários podem apelar de decisões de moderação do Facebook que considerarem injustas.

Por enquanto, o comitê vai avaliar conteúdos apenas do Facebook e do Instagram, e terá 90 dias para fazer a avaliação de cada um dos casos. Todo o processo será realizado dentro da plataforma do Facebook.

“Tendo em vista que a comunidade do Facebook cresceu e tem atualmente mais de dois bilhões de pessoas, fica cada vez mais claro que a empresa do Facebook não deve tomar sozinha tantas decisões que afetam a liberdade de expressão e a segurança online dessas pessoas”, diz o texto no site do Comitê. “O Comitê de Supervisão foi criado para ajudar o Facebook a responder a algumas das perguntas mais difíceis sobre o tema da liberdade de expressão online: o que remover, o que permitir e por quê.”

Entre os membros do comitê, estão a ativista, jornalista e ganhadora do Nobel da Paz, Tawakkol Karman, do Iêmen, e a professora Katherine Chen, de Taiwan.

A aposta do Facebook é em um time diverso, multidisciplinar, de vários países, que ajudem a levar ao Comitê uma gama plural de visões. Do Brasil, quem representa é o professor de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Ronaldo Lemos.

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