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Trump criará rede social e críticas a plataforma são proibidas

·2 min de leitura
O ex-presidente Donald Trump anunciou na quarta-feira (20) planos para lançar uma nova plataforma de mídia social que "dará voz a todos", ou pelo menos àqueles que não planejam criticá-la. (REUTERS/Kevin Lamarque)
  • Após ser banido do Twitter e Facebook, Trump quer voltar com a própria rede social

  • Comunicado afirma que plataforma vai ‘enfrentar a tirania das Big Techs’

  • O serviço será lançado no próximo ano e críticas ao site não serão permitidas

O ex-presidente Donald Trump anunciou na quarta-feira (20) planos para lançar uma nova plataforma de mídia social que "dará voz a todos", ou pelo menos àqueles que não planejam criticá-la. Isso está de acordo com os termos de serviço do TRUTH Social (Verdade social, em inglês), que diz que os usuários não podem "menosprezar, manchar ou de outra forma prejudicar, em nossa opinião, a nós e/ou o site".

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Outras condutas proibidas incluem falsificar a identidade de outro usuário, copiar o software do site ou usar o site de forma que infrinja a lei. Trump, que há muito vem protestando contra a censura das empresas de mídia social, disse em um comunicado que criou a plataforma "para enfrentar a tirania das Big Techs".

"Vivemos em um mundo onde o Taleban tem uma grande presença no Twitter, mas seu presidente americano favorito foi silenciado", disse ele. Ele acrescentou que o Trump Media & Technology Group, a empresa-mãe por trás do TRUTH Social, foi "fundado com a missão de dar voz a todos".

O anúncio sobre a nova plataforma veio depois de muitos meses de relatos de que Trump estava planejando lançar sua própria plataforma depois de ser chutado de sites como Facebook e Twitter por violar seus termos de serviço. O TRUTH Social será lançado publicamente em 2022.

Ataques ao Capitólio em janeiro causaram banimento de Trump

"Por muito tempo, a Big Tech suprimiu as vozes conservadoras", disse o filho do ex-presidente, Donald Trump Jr., à Fox News em uma entrevista. "Esta noite meu pai assinou um acordo de fusão definitivo para formar o que será o Trump Media and Technology Group e TRUTH Social - uma plataforma para que todos expressem seus sentimentos".

Twitter, Facebook e outras plataformas de mídia social baniram Trump de seus serviços depois que centenas de seus apoiadores se revoltaram no Capitólio dos EUA em 6 de janeiro.

Esse protesto veio depois de um discurso de Trump no qual ele falsamente alegou que sua derrota nas eleições de novembro foi devido a uma fraude generalizada, uma afirmação rejeitada por vários tribunais e funcionários eleitorais estaduais.

O Trump Media & Technology Group receberá US$ 293 milhões (R$ 1.6 bilhões) em dinheiro que a Digital World Acquisition Corp tinha em confiança, supondo que nenhum acionista da empresa de aquisição opte por resgatar suas ações, de acordo com o comunicado.

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