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Troféu Adhemar Ferreira: Janeth, prata e bronze nos Jogos, recebe o maior prêmio olímpico brasileiro

·3 min de leitura

O maior prêmio olímpico brasileiro tem uma nova dona. Nesta terça-feira, durante o Prêmio Brasil Olímpico, em Aracaju, o Comitê Olímpico Brasileiro entregou o Troféu Adhemar Ferreira da Silva à Janeth dos Santos Arcain, uma das estrelas da principal geração do basquete feminino do Brasil, e dona de duas medalhas olímpicas — prata em Atlanta 1996 e bronze em Sydney 2000 — e do título mundial em 1994.

Janeth recebeu a homenagem das mãos da filha de Adhemar, Adyel Silva. O troféu Adhemar Ferreira da Silva é a honraria máxima concedida pela entidade, que homenageia atletas e ex-atletas que representem os valores olímpicos e faz alusão ao bicampeão olímpico do salto triplo (1952 e 1956).

— Fiquei muito emocionada quando recebi a notícia do presidente Paulo Wanderley. Acho que todos os valores do Adhemar me representam e acrescentaria ainda a disciplina. Receber o Troféu das mãos da filha do Adhemar, para mim, é como se ele mesmo tivesse entregando. É uma representação de todo o trabalho que a gente fez para o esporte brasileiro, passando de mãos em mãos. É mais um motivo de alegria, de orgulho e de representatividade — disse Janeth.

Em 2019, Janeth entrou para o Hall da Fama do Basquete da Fiba (Federação Internacional de Basquete).

— Significa valorização da luta, do que a gente sempre busca, de uma sociedade mais igualitária, de atletas, principalmente negros, que representam esses valores. Estar juntos de grandes atletas e personalidades que receberam esse prêmio para mim é uma honra — completou.

Janeth nasceu em São Paulo, em 11 de abril de 1969. E teve no Mundial de 1983, realizado no Brasil, a inspiração para começar a jogar basquete. Ao assistir a seleção no torneio, a jovem começou a sonhar que um dia poderia ser a sua vez. Teve sua primeira convocação para a seleção em 1986 e permaneceu por mais de 20 anos jogando em altíssimo nível, com quatro participações nos Jogos – disputaria ainda as edições de Barcelona 1992 e Atenas 2004 –, três medalhas pan-americanas, sendo a última em casa, e um título mundial.

A noite também reservou outros momentos marcantes. Quatro ídolos do esportes entraram no Hall da Fama: Magic Paula, campeã mundial de basquete em 1994 e prata nos Jogos Olímpicos Atlanta 1996; Sebastián Cuattrin (canoagem velocidade), 11 medalhas em Jogos Pan-americanos; e os já falecidos Adhemar Ferreira da Silva (atletismo), bicampeão olímpico no salto triplo; e Tetsuo Okamoto (natação); primeiro medalhista olímpico da natação brasileira: bronze nos 1.500m livre, em Helsinque 1952.

A vitoriosa participação brasileira nos Jogos Pan-americanos Jr. de Cali também teve espaço na cerimônia. Representando todos os medalhistas brasileiros na competição, Maria Eduarda Alexandre, da ginástica rítmica, e Igor de Queiroz, do Wrestling, subiram ao palco do evento para receberem uma placa comemorativa. Em Cali, o Time Brasil conquistou 164 medalhas, sendo 59 ouros, 49 pratas e 56 bronzes e terminando a competição na liderança do quadro de medalhas.

Houve ainda a entrega dos troféus de Melhores Treinadores do Ano para André Jardine (futebol), nas modalidades coletivas; Fernando Possenti (maratonas aquáticas), Francisco Porath (ginástica artística), Javier Torres (vela), Lauro Souza (canoagem velocidade) e Mateus Alves (boxe), nas individuais.

Organizado pelo COB desde 1999, o Prêmio Brasil Olímpico chega a sua 22ª edição em um ano de recordes na participação do Time Brasil nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. A maior premiação anual do esporte olímpico brasileiro teve um espaço especial para a histórica campanha do Time Brasil na capital japonesa. Todos os atletas medalhistas foram convidados a subir ao palco para a recepção de troféus especiais.

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