Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.800,79
    -3.874,54 (-3,08%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.868,32
    -766,28 (-1,48%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,81
    +0,19 (+0,26%)
     
  • OURO

    1.812,50
    -18,70 (-1,02%)
     
  • BTC-USD

    41.807,31
    +2.038,54 (+5,13%)
     
  • CMC Crypto 200

    955,03
    +5,13 (+0,54%)
     
  • S&P500

    4.395,26
    -23,89 (-0,54%)
     
  • DOW JONES

    34.935,47
    -149,06 (-0,42%)
     
  • FTSE

    7.032,30
    -46,12 (-0,65%)
     
  • HANG SENG

    25.961,03
    -354,29 (-1,35%)
     
  • NIKKEI

    27.283,59
    -498,83 (-1,80%)
     
  • NASDAQ

    14.966,50
    -71,25 (-0,47%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1880
    +0,1475 (+2,44%)
     

Tribunal francês ordena que Twitter comunique seus esforços contra mensagens de ódio

·1 minuto de leitura
Logo do Twitter

Um tribunal francês ordenou nesta terça-feira (6) que o Twitter entregasse às associações que lutam contra a discriminação, em um prazo de dois meses, os documentos detalhando seus esforços para combater o racismo, sexismo e outras formas de discurso de ódio na rede social.

Seis associações levaram o Twitter a tribunais franceses no ano passado, acusando o gigante das redes sociais dos Estados Unidos de falhas "longas e persistentes" em bloquear comentários de ódio na rede.

O tribunal de Paris ordenou que o Twitter desse aos grupos acesso total a todos os documentos relacionados aos esforços da empresa para combater mensagens de ódio desde maio de 2020. A decisão se aplica ao Twitter internacionalmente, não apenas à França.

O Twitter deve entregar “todos os documentos administrativos, contratuais, técnicos ou comerciais” que detalhem os recursos alocados no combate ao discurso homofóbico, racista e sexista.

A empresa informou que está estudando a decisão do tribunal. “Nossa prioridade absoluta é garantir a segurança dos usuários”, garantiu o Twitter à AFP, destacando seu compromisso com o combate ao “ódio online”.

A empresa sediada em São Francisco teve dois meses para cumprir a decisão, que também afirma que deve divulgar o número de moderadores que emprega na França para examinar as mensagens marcadas como odiosas, assim como os dados sobre as mensagens desse processo.

alv/meb/mb/tjc/ap

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos