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Treasuries estáveis abrem espaço para bancos retomarem compras

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(Bloomberg) -- O rumo do mercado de títulos do Tesouro americano a partir de agora pode depender da estabilidade que se insinuou na semana passada conseguir reavivar o interesse de compra dos bancos.

Um colapso na demanda de bancos por Treasuries nos primeiros quatro meses deste ano exacerbou uma liquidação histórica nos títulos dos EUA. Embora em um segundo lugar distante em relação ao Federal Reserve em 2021, os bancos estão entre as maiores fontes de demanda por títulos do governo.

Eles compraram mais de US$ 400 bilhões no ano passado e, embora uma desaceleração moderada fosse esperada pela maioria dos observadores este ano, os bancos pisaram no freio, reduzindo o ritmo de compra em mais de um terço para apenas US$ 85,8 bilhões nos primeiro quatro meses de 2022, segundo dados do Fed divulgados na sexta-feira.

O crescimento muito mais forte do que o esperado na demanda por empréstimos de grandes bancos é o principal motivo, disse Praveen Korapaty, estrategista de taxas para EUA no Goldman Sachs. O Goldman já esperava que o crescimento dos empréstimos desbancasse o apetite dos bancos por títulos em algum grau, mas o ritmo surpreendeu a equipe de Korapaty, que no mês passado reduziu pela metade sua estimativa de compra pelos bancos este ano de US$ 350 bilhões para US$ 175 bilhões.

A falta de clareza sobre quanto e com que rapidez o Fed aumentará juros e a volatilidade do mercado também reduziram a demanda dos bancos, disse Korapaty.

“A menos que você esteja esperando uma liquidação contínua aqui, no momento em que os rendimentos se estabilizarem e parte dessa demanda de empréstimos se moderar, eu esperaria que eles voltassem”, disse.

As taxas de inflação mais alta desde 1982 e o primeiro aumento de juros de meio ponto percentual do Fed desde 2000 são os principais impulsionadores da queda nos títulos que quase dobrou o rendimento da nota de 10 anos e levou investidores a uma perda recorde no acumulado do ano, de cerca de 10% até o final de abril. Mas a perda de uma fonte importante de demanda também pesou.

“Não tem como você dizer que é apenas um novo patamar de taxas mais altas”, disse George Goncalves, chefe de estratégia macro para EUA na MUFG Securities. “Vemos claramente que há menos compras”.

O Bank of America, segunda maior instituição financeira do país, disse que os empréstimos voltaram a níveis pré-pandemia durante o primeiro trimestre, aumentando em US$ 14 bilhões, enquanto as carteiras de títulos caíram em US$ 13 bilhões.

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©2022 Bloomberg L.P.

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