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Tratamento com anticorpos reduz carga viral de coronavírus, diz laboratório

Nathan Vieira
·3 minutos de leitura

Desde o início da pandemia, empresas vêm fazendo o possível para encontrar um aliado na luta contra a COVID-19, seja por meio de uma vacina, seja por meio de um medicamento. Com isso, nesta quarta-feira (16), a empresa farmacêutica norte-americana Eli Lilly informou nesta quarta-feira (16) que dados preliminares de testes clínicos mostram que seu tratamento experimental com anticorpos reduziu a taxa de hospitalizações e a carga viral de pessoas infectadas pela doença.

Em junho, a empresa iniciou um teste administrando um placebo ou uma das três doses de um anticorpo chamado LY-CoV555, destinado a 452 pacientes com sintomas moderados que tinham testado positivo para COVID-19 e ainda não tinham sido hospitalizados. Cinco dos 302 pacientes que receberam o medicamento acabaram sendo hospitalizados, mas nove dos 150 pacientes que receberam o placebo acabaram no hospital, o que significa que havia um risco reduzido de 72% de hospitalização. O medicamento não produziu efeitos colaterais graves, relata a empresa.

A maioria dos hospitalizados era mais velha ou tinha um índice de massa corporal acima do normal, um indicador de obesidade, “sugerindo um efeito de tratamento mais pronunciado para pacientes nesses grupos de alto risco”, de acordo com o comunicado de imprensa de Lilly. Daniel Skovronsky, o diretor científico da empresa, disse que esses fatores de risco podem orientar quem recebe o medicamento se os suprimentos forem limitados, presumindo que o anticorpo seja aprovado pela Food and Drug Administration (FDA), uma agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA.

Entretanto, apenas a dose intermediária do anticorpo atingiu o objetivo principal do estudo: uma redução significativa da carga de coronavírus no sangue dos pacientes após 11 dias. Doses mais baixas e mais altas não atingiram essa marca. O estudo de Eli Lilly está em andamento, com o objetivo de inscrever um total de 800 pacientes, e inclui outro anticorpo, LY-CoV016, que se liga a um alvo diferente na proteína spike do vírus.

Medicamentos e COVID-19

Desde o início da pandemia, empresas vêm fazendo o possível para encontrar um aliado na luta contra a COVID-19 (Imagem: Christina Victoria/Unsplash)
Desde o início da pandemia, empresas vêm fazendo o possível para encontrar um aliado na luta contra a COVID-19 (Imagem: Christina Victoria/Unsplash)

Em agosto, a farmacêutica britânica AstraZeneca começou os testes em humanos de um coquetel à base de anticorpos sintéticos para agir tanto na prevenção quanto no tratamento da infecção. No organismo humano, os anticorpos monoclonais simulam os naturais (no caso, gerados no corpo de pacientes que se recuperaram da COVID-19), podendo ser fabricados em laboratório para tratar doenças. Entre os variados usos da técnica, está o tratamento de alguns tipos de câncer.

Enquanto isso, a Gilead Sciences, empresa de biofarmacologia norte-americana, está explorando uma formulação de injeção subcutânea de remdesivir e versões de pó seco para inalar, e atualmente testa como a formulação intravenosa de remdesivir pode ser diluída para uso com um nebulizador.

Fonte: Canaltech

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