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Transporte público pode não sobreviver depois da pandemia, mostra estudo

·1 minuto de leitura
Sao Paulo/Brazil - April 10, 2014: Buses of urban route of the city passing by the Paulista Avenue.
Dados confirmam o cenário de colapso", segundo Otávio Cunha, presidente-executivo da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos)
  • Setor de transporte público passa por crise no Brasil

  • Prejuízo foi de R$ 14,21 bilhões nos últimos quatro meses

  • Com pandemia, houve queda na demanda por transporte público de passageiros

O setor de transporte público teve um prejuízo de R$ 14,21 bilhões nos últimos 14 meses, com o agravamento da crise do setor no país. De acordo com os dados divulgados pela NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), 25 operadoras e um consórcio operacional interromperam os serviços e 76.757 profissionais do setor foram demitidos. As informações são da Exame.

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Segundo Otávio Cunha, presidente-executivo da NTU, “esses dados confirmam o cenário de colapso sobre o qual a NTU vem alertando o poder público". Para ele, o cenário vai continuar piorando enquanto o governo não atentar para as necessidades do setor e, assim, se nada for feito, o transporte público pode não sobreviver depois da pandemia da covid-19.

Impactos

O estudo, que usa informações de 16 março de 2020 a 30 de abril de 2021, mostra que, neste período, 88 sistemas de transporte público por ônibus foram afetados por 238 manifestações, protestos e greves, que chegaram a paralisar os serviços em diferentes municípios.

A falta de caixa para pagamento dos funcionários foi motivo para essas mobilizações, na maioria das vezes, já que, com a pandemia, caiu a demanda de passageiros e, consequentemente, o lucro.

No mesmo período, cinco operadoras fecharam e quatro tiveram contratos suspensos. Além disso, 13 operadoras e um consórcio suspenderam as atividades, e duas operadoras, um consórcio operacional e um sistema de BRT passaram por intervenção na operação.

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